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segunda-feira

'Novas tecnologias...'

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terça-feira

Uma capa de feltro para seu livro ou caderno

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Para quem gosta de ler ‘na rua’ ou usar um caderno ou agenda para anotações variadas, sobretudo os escrevinhadores, que não podem ‘perder’ a mais furtiva ou fugaz das inspirações que pode rolar enquanto estão ‘na rua’, esta pode ser uma boa e criativa ideia.

É bem simples e fácil de fazer . No caso do livro, a ideia é fazer de um tamanho básico que possa acomodar a grande maioria dos livros, já os cadernos, como têm um tamanho padrão fica mais fácil.

Além do modelo sugerido no artigo, você pode fazer variações em torno da mesma ideia.

Clique aqui e confira o passo a passo.

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sábado

Se você está em São Paulo e quer conferir... Seminário sobre o amor aos livros, na USP


Clique na imagem para ampliar
A bibiofilia ou o colecionismo não é lá um métier ou um gosto tão difundido assim... Embora, como vai ver, é um “hobby”, digamos assim, cujo valor transcende o puro prazer de quem coleciona.

Eu, por exemplo, considerando as devidas demissões, sou um deles. Não só do livro ‘para ler’, como se diz, mas o livro em si mesmo, notadamente aqueles antigos ou que são verdadeiras obras de arte em sua encadernação/visual.

Ainda me insinuo, porque não é fácil e nem barato, em uma coleção de primeiras edições... Uma coleçãozinha, diga-se de passagem, ‘zinha’, mesmo!

Se estiver por aí, em São Paulo, dê uma conferida. Tudo indica que pode ser uma bela viagem para os aficionados por livros e curiosos sobre este  “ramo” da coisa. 

      “Amor aos livros é tema de seminário na Biblioteca Mindlin da USP


A paixão pelos livros e o cuidado com eles, desde os mais antigos até os mais modernos, raros ou não, estão no centro das discussões do seminário Bibliofilia: Circuitos e Memórias, que será realizada nos dias12 e 13 de novembro, das 10 às 16 horas, na Sala Villa-Lobos da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP. Realizado pelo Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento do Instituto De Estudos Avançados (IEA) e pela BBM, com  apoio do Núcleo de Estudos Avançados (IEA) e pela BBM, com apoio do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (Nele), todos órgãos da USP, o evento é organizado por Marisa Midori Deaecto e Plínio Martins Filho, professores do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de comunicação e Artes (ECA) da USP e Mariana Massimi, professora aposentada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP e professora sênior do IEA.

Continue lendo, aqui.

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sexta-feira

Acha, mesmo, que precisamos? Da ética do livro ou dos ‘seus’ 13 mandamentos?

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Pensando bem, esse lance de fazer listas de ‘bom comportamento’ no trato com as coisas – e, também, com as pessoas – que rolam por aí, parece que tentam substituir algo que está faltando em grande numero de pessoas...

O que parece pressupor que nunca teve... Pelo menos em parte de nós...

Afinal... Desaprendemos ou não sabíamos de fato?

Neste caso dos livros, nem entrarmos no mérito dos custos. É isso. Os livros não são tão baratos assim e quem compra é porque pensa em, além de ler, mantê-los por perto.

Como sabemos, quem gosta de ler normalmente gosta, e muito, dos livros. Aqui atrás tem duas estantes com algumas centenas deles... Assim como alguns aqui ao lado da tela do PC...

São uma excelente companhia... Mesmo quando assim, fechados... Silenciosos...

Esta lista com os 13 mandamentos do livro, ou a ‘ética do livro’ é uma delas, das tais listas...
 - 1. Se pegou emprestado, devolva, 
 - 2. Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue, 
- 3. Só pegue se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila, 
- 4. Se perdeu, compre outro e devolva, 
- 5. Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva, 
- 6. Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar o seu próximo exemplar, 
- 7. Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido, 
- 8. Não pegue sucessivamente livros empestados da mesma pessoa, sem devolver os anteriores, 
- 9. Não constranja pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental, 
- 10. Não empreste livros que pegou emprestado, 
- 11. Demorar pra devolver é o mesmo que não devolver, 
- 12. Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar, vulgo, roubar, 
- 13. Não misture com os seus livros.
Como pode ver, são situações simples e que podem entrar em nossa rotina, mas, com certeza, o outro, o dono do livro, está ‘ligado’ e tem uma relação diferente com ele, o seu livro emprestado.

Quem já emprestou sabe, conhece, muito bem a sensação.

Com informações de revistabula.

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quarta-feira

Campanha sobre o dia do bibliotecário premia o melhor post. Ainda dá tempo!

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 O interior de uma biblioteca na Antiguidade -Alexandria - com pergaminhos
Apesar do tempo curto, ainda dá pra participar. Veja abaixo!

"O Sistema Integrado de Bibliotecas (Sibi) da USP está promovendo a campanha #EuNaBiblioteca @sibiusp​, como uma forma de destacar a importância das bibliotecas e dos bibliotecários para as pessoas e para a sociedade. A campanha tem como objetivo premiar o autor do post que tiver mais curtidas, uma cortesia do ITMS Group.

A Campanha está no ar e termina às 23h59 do dia 12 de março, uma homenagem ao Dia do Bibliotecário. Para concorrer ao prêmio surpresa, os posts devem mencionar, além da hashtag #EuNaBiblioteca, o perfil do Facebook @sibiusp. Aproveite para curtir a fanpage do Sibi.

A postagem pode ser feita por qualquer pessoa (inclusive os bibliotecários) e a ideia é tirar uma selfie (a própria pessoa aparece na foto) em uma biblioteca, que pode ser a biblioteca do seu bairro, da sua cidade, da sua faculdade, escola, na sua casa, etc. O prêmio surpresa será entregue no dia 14 de março de 2017, durante o evento do Dia do Bibliotecário 2017. Mais informações no site do Sibi.

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terça-feira

E viva o Livro! Gigante editorial alemã aposta nos livros de papel

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E viva o livro de papel! É verdade, precisamos comemorar... Quem já tentou ler um “e-Book” sabe o “ó” que é a coisa.

A notícia é muito boa, pois, a onda de modernidade, entre aspas, que parece assolar o mundo, no bom e no mau sentido, vem “levando tudo de roldão” e deixando muita coisa boa, mesmo, pra trás.

Quem lê, sabe as diferenças. Um livro de papel, como se diz, é insubstituível.

Tomara que a moda pegue e voltemos a ter/ver livros sem aquele olhar preocupado/temeroso... Ou a nossa estante como algo meio vintage... Coisa de museu.
"Colosso midiático alemão aposta na força dos livros de papel
(Bloomberg) -- Você se lembra dos livros - sabe, aquelas coisas impressas com tinta em papel? Eles morreram com a chegada dos livros eletrônicos como o Amazon Kindle, não é? Não. As vendas de livros físicos subiram nos três últimos anos nos EUA e Thomas Rabe prevê grandes lucros com elas. O setor editorial "é e continuará sendo um dos nossos negócios básicos estratégicos", diz o CEO da Bertelsmann, um conglomerado alemão fundado em 1835 como editora de hinos de igreja que hoje emprega 117.000 pessoas em TV, revistas, educação e mais.

Rabe está prestes a aumentar sua participação de 53 por cento na Penguin Random House após sua sócia, a Pearson, revelar que planeja vender sua participação de 47 por cento. Em 2012, as duas empresas fusionaram seus ativos editorais para ganhar mais peso frente a nomes como Amazon.com, Apple e Google. Em 2015, a Penguin Random House, a maior editora do mundo, aumentou as vendas para 3,7 bilhões de euros (US$ 4 bilhões) frente a 2,7 bilhões de euros em 2013. Isso aconteceu graças à presença em mercados de crescimento rápido, como a Índia, e a grandes sucessos como o thriller de Paula Hawkins "A Garota no Trem" e a série "Cinquenta Tons de Cinza", de E L James. Em 2015, os lucros da editora deram um salto de mais de 50 por cento em relação ao ano anterior, para 557 milhões de euros, e a participação da Pearson poderia valer US$ 1,5 bilhão, estima a Liberum Capital.

Embora a Bertelsmann, controlada pela bilionária família alemã Mohn, não tenha fornecido detalhes específicos, Rabe diz que está interessado em comprar a participação da Pearson. "Faremos tudo para orientar essa empresa para um crescimento maior", disse ele. Uma aquisição seguiria o padrão de Rabe de aumentar seu compromisso com setores que ele considera fundamentais. Em 2014, ele comprou os 25 por cento da editora alemã de revistas Gruner + Jahr que a Bertelsmann não possuía, terminando uma parceria de 45 anos com a família Jahr. Um ano antes, a Bertelsmann assumiu a propriedade total da editora musical BMG Rights Management da casa de private equity KKR.

A aposta em livros seria grande para um setor que apenas alguns anos atrás era desprezado e considerado um dinossauro analógico na floresta digital. Uma análise dos dados desde a virada do século, com o aumento dos títulos digitais, dos audiolivros e das autopublicações (que excluem nomes como a Penguin Random House), há motivos para se preocupar. A receita das editoras não mudou muito nesta década, a informação antes obtida em categorias de livros que eram grandes geradores de lucro - pense em dicionários, enciclopédias e atlas - agora pode ser acessada on-line grátis. Contudo, os livros ainda produzem margens saudáveis para gigantes que se beneficiam de economias de escala quando produzem grandes sucessos dos autores mais populares. A Penguim Random House, dona de 250 editoras em cinco continentes, publicou cinco dos 10 livros de papel mais vendidos nos EUA no ano passado.

"O mercado de livros está muito melhor do que as pessoas projetavam há cinco anos", diz Ian Whittaker, analista da Liberum Capital.


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A ética ou os 13 mandamentos do livro. O que não deve fazer ‘na área’

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É um decálogo... Como seria o nome de ‘13’? Detrésimo? Acho que isso aí seria uma expressão da criptografia, mas, voltando, seriam as 13 ‘regras éticas’ envolvendo a transação informal de livros, ou de livros. Trocando em miúdos, aquilo que não se deve fazer na 'área’.
 "Ética do livro: Os 13 mandamentos 
Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula.

Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável. Há quem não se importe, mas, para os amantes da cultura, a situação é de calamidade pública.
Leia também: 
- Roubar livros e biblioteca não tem nada de romântico, é roubo mesmo 
- Livros sobre ética são os mais roubados em bibliotecas, diz pesquisa
É preciso que se difunda uma ética do livro, uma ética que estabeleça a etiqueta da relação entre aquele que empresta e aquele que pega emprestado. Lembrando que a comunidade dos letrados é uma verdadeira roda-vida, um “circulo do livro” em sentido lato: quem empresta hoje, pega emprestado amanhã.

Tentando contribuir, apresento abaixo uma sugestão, um esboço, do que pode ser essa ética: (validos também para CD’s, DVD’s, HQ’s, revistas e congêneres)
1 — Se pegou emprestado, devolva.
2 — Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue.
3 — Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila.
4 — Se perdeu, compre outro e devolva.
5 — Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva.
6 — Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar seu próprio exemplar.
7 — Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido.
8 — Não pegue sucessivamente emprestados livros da mesma pessoa, sem devolver os anteriores.
9 — Não constranja seu próximo pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental.
10 — Não empreste livros que pegou emprestado.
11 — Demorar para devolver é o mesmo que não devolver.
12 — Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar.
13 — Não misture com seus livros.
 Na Revista Bula

E aí, já andou ‘pisando na bola’? Ou seja, desrespeitando alguma das regrinhas acima? Se sim, nada o impede de retificar, ou melhor dizendo, corrigir ou consertar a ‘coisa’.

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quinta-feira

Livros no varejo teve maior queda histórica em novembro de 2015, segundo o IBGE. Não só livros

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E ai, o que andou lendo neste ano que passou? A pergunta é, também, para: quantos livros?

Claro que não precisamos dispender a graninha para conseguir o número de livros que desejamos ler, é só dar uma passadinha na biblioteca mais próxima, que, por sinal, anda meio que “às moscas”.

Mas, quando vemos um item de pesquisas como este, a venda de livros cair, assim … Eu fico meio preocupado. É verdade! Sei que nem todo mundo que gosta de ler é chegado a “acumular” livros, vulgo formar biblioteca pessoal, mas, é um lance – como poderia dizer? – não bom!

Se comparado com o mesmo período de 2014, a queda foi de 18,6%. É ou não é um motivo para apreensões? Embora estes índices abranjam, também, revistas e jornais além de outros itens de papelaria.


O normal seria colocar a culpa na internet e suas redes sociais altamente absorventes, não de leitores, propriamente, mais da atenção e do tempo destes ou de eventuais candidatos a leitores. Outra 'ideia, seria atribuir os índices à crise econômica, mas, como vimos tem muito mais à ver com a 'crise' nos hábitos…

Dê uma olhada!
"Em novembro, varejo de ‘livros, jornais, revistas e papelaria’ teve a maior queda da série histórica do IBGE
Todos os meses, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publica a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), que avalia a variação do volume de vendas realizadas pelo varejo brasileiro em diversos segmentos. Na tarde da última quarta-feira (13), o IBGE divulgou os resultados da PMC de novembro, que apontou um crescimento no volume de vendas em relação ao mês anterior na ordem de 1,5%. Se comparado com o mesmo período do ano passado, no entanto, o varejo apresenta queda de 7,8%. No acumulado do ano, a queda é de 4%.

O segmento “Livros, Jornais, Revistas e Papelaria”, ao contrário do índice geral do varejo, apresentou queda de 0,7% na comparação com outubro. Ou seja, pela apuração do IBGE, a Black Friday, realizada em novembro, não aqueceu as vendas de livros, jornais, revistas e papelaria no Brasil. Na comparação com o mesmo período do ano passado a queda assusta e bate os 18,6%, a mais acentuada da série histórica do IBGE. No entanto, o instituto observa que essa queda foi puxada para baixo pela baixa performance de jornais e revistas no que classificou como uma “certa substituição dos produtos impressos pelos de meio eletrônico”. No acumulado do ano, de acordo com os dados do IBGE, o segmento já perdeu 10,4% em volume.

Apesar da metodologia diferente, a queda apontada pelo IBGE reforça os dados apresentados pelo Painel das Vendas de Livros do Brasil realizado pela Nielsen a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e que analisa apenas a vendas de livros, tirando da conta o que é vendido de jornais, revistas e papelaria. De acordo com a Nielsen, a queda no volume foi de 2.3% em comparação ao mesmo período do ano passado. No entanto, no acumulado do ano, os números divergem. Enquanto o IBGE fala em queda de 10,4% no volume, a Nielsen detectou crescimento de 3,91% no número de exemplares vendidos.
 
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Como fazer a limpeza e conservação dos livros

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Dentre os fatores indispensáveis para a boa conservação dos livros, a limpeza é o principal, pois, é a partir dela que os maiores inimigos dos livros são evitados e/ou combatidos, como a poeira, insetos, umidade, gordura e o mofo. É o momento em que se constata e se avalia as condições de conservação dos livros.

Logo, ela tem que ser periódica e sistemática. Se tiver mais de mil livros, isto deve ser feito a cada seis meses.

Entre estes fatores, o pó, talvez seja o principal, pois, como falamos acima, muitas vezes é a partir dele que outros fatores de degradação do livro se instalam.

Por exemplo, as manchas, bem como as paginas amareladas surgem em função da acidez provocada pela poeira, que oxida as fibras de celulose das folhas.

Junto com o pó, costumam chegar também, a fuligem, os fungos – do mofo – e a própria gordura – que facilita a proliferação de micro-organismos – que, como sabemos, são fortes agentes de degradação do papel e do livro.

Para a limpeza, utilize uma escova de cerdas naturais finas e macias, passando sobre toda a superfície do livro: capa, lombada e o corte ou a parte oposta à lombada, bem como a superior e inferior, de papel, passando no sentido longitudinal às folhas.

As capas, se plastificadas, podem ser limpas com álcool gel ou líquido, usando pedaços de tecido macio ou flanela.

Se tem livros mais antigos com capas de couro, use o vinagre branco – que já tem uma ação anti-mofo – ou óleo de linhaça. Tudo aplicado com um pedaço de flanela e, no final, faça um polimento leve com uma flanela limpa.

Um cuidado ou norma “radical” ao guardar um livro, é que, nunca deve guardar ou esquecer, qualquer objeto dentro, mesmo um marcador de qualquer tipo ou material ou mesmo um papel ou estampa de qualquer natureza. Absolutamente, nada.

É que todos eles tendem a provocar manchas irreversíveis nas folhas.

Use o marcador, de preferência fino – próximo à espessura da própria folha – para que não danifique a estrutura do livro, e somente durante o período em que estiver lendo.

Outros cuidados:

Instale a sua estante ou biblioteca em um local de baixa umidade e onde não pegue sol direto em nenhum momento do dia;

Observe se a parede na qual vai ficar a estante não dá para uma área externa onde pode pegar umidade da chuva;

Se tiver livros de capa de couro, evite luzes fortes no ambiente, pois, ela pode ressecar o couro;

Para facilitar o acesso aos livros, organize por temas ou, a depender do caso e do número, por autores;

Coloque “sachês” de sais de sílica – encontrados no comércio em lojas de produtos químicos e/ou essências – atrás dos livros, para manter um baixo nível de umidade nas estantes. 

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