quinta-feira

O livro itinerante

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Esta é uma iniciativa que visa estimular a leitura, criando um rodízio de livros que serão distribuídos aleatoriamente pela cidade, de maneira que depois de alguém encontrar um por aí, a ideia é que leia e depois deixe em algum lugar público para que possa continuar sua trajetória de leitura ao ser encontrado por outro potencial leitor.

Como vê, não deve ser nenhuma novidade ‘uma coisa’ assim, mas, achamos que pode ser um reforço e estímulo válido para entronizar, entre aspas, o livro no imaginário, nos corações e mentes de mais pessoas, sobretudo de quem ainda não teve o grande prazer de conhecer, de experimentar.

Ou que gosta de ler e foi deixando a leitura pra lá em função das conjunções do cotidiano, digamos assim.

Se topar com um dos nossos 'agentes de leitura’ por aí, confira, e se quiser volte aqui para deixar sua opinião, o seu comentário, inclusive onde o encontrou.

Boa leitura!

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domingo

É, dá pra começar bem cedo...

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Veja dicas e ideias interessantes para isso: Crianças e livros

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sexta-feira

Um livro de pano para iniciar o seu bebe no universo maravilhoso da leitura. Veja como fazer

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Hoje já não existem dúvidas, segundo especialistas da área, que você confere aqui, que se desenvolva o hábito do aprendizado da leitura ou da iniciação das crianças no apreço pelos livros, processo este que pode – deve – ser feito desde a  mais tenra idade com os bebês, como um brinquedo.

É o que você mesma pode fazer, ou seja, fazer os livros para seu filho (a) começar a se iniciar neste maravilhoso hábito que é, sim, um grande trunfo no processo de aprendizagem, em seu sentido pleno, para toda a vida, sem entrar no mérito da grande fonte de prazer que os livros, e a leitura, proporcionam. Quem lê sabe muito bem do que estamos falando.

Eles, ainda, proporcionam aos bebês, o desenvolvimento da atenção, criatividade e do tato, através do contato com as diferentes texturas e ‘relevos’ dos livros.

A depender de sua opção, tudo pode ser feito, costurado, à mão, sem necessidade de máquina de costura, o que pode até lhe dar uma textura mais maleável e gostosa ao tato para o bebê.

Veja como fazer, aqui.

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quarta-feira

Como abrir um livro novo pela primeira vez. Vai garantir-lhe conservação e longevidade

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Abrir um livro é só abrir, não?

Não mesmo! O livro novo tem lá seus segredos para ser aberto, o que vai lhe garantir conservação e durabilidade sem ‘cair pelas tabelas’.

Vai observar que todo livro tem uma ‘linha’ ao longo do dorso ou lombada, mais ou menos meio centímetro à dentro da capa. É a sua referência.

Pegue uma régua, coloque sobre este espaço entre a linha e o dorso, segure firme enquanto abre a capa lentamente a pressione-a com os dedos no sentido longitudinal, ao longo da régua para marcar bem a abertura.

Na sequência faça a mesma coisa para a contra capa, ou as primeiras folhas, três ou quatro.
Leia também: 
  - Como fazer pequenos reparos em livros 
  - Como combater os inimigos dos livros e garantir sua conservação
Proceda da mesma maneira na parte de trás da capa do livro.

Fazendo assim você garante a mobilidade das páginas ao usar o livro e terá a certeza que a colagem do dorso manterá a estrutura firme e intacta, ao contrário de quando é aberto de qualquer maneira.

Observe a quantidade de livros, brochuras – porque o livro encadernado já vem com esta definição e não precisa – que começam a descolar a capa e as primeiras folhas antes de, na sequência, acontecer o seu desmonte geral.

A regrinha, também, continua valendo para livros já usados o que vai lhes garantir o mesmo efeito em sua conservação.

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sábado

O fim dos livros. A pergunta que não tem – terá? – respostas

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É na verdade uma resposta a pergunta feita a um personagem em 1894. É isso, o que esperava o livro naqueles idos tempos. Publicado à época por Octave Uzanne.

É um cenário bem surreal que poderia muito bem ser ‘respondido’ nos dias de hoje, quando uma parafernália eletrônica tenta aposentar o livro que vem desafiando a tudo e a todos e com boas perspectivas de continuar desafiando os anos e os séculos à fora.
Vale á pena dar uma conferida. Você vai ler de uma só sentada, tanto porque é interessante e divertido quanto pelo seu tamanho.

Confira também, aqui, o porquê de sua longa sobrevivência.

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terça-feira

Os conselhos dos 'superleitores' para ler mais rápido... E mais!

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Entender o funcionamento do cérebro pode ajudar
Bem, este não é um artigo que eu diria... Fácil de ler, sobretudo nestes tempos bicudos de internet e da ditadura do whattsapp, quando a interação tem que ser ali ó... Imediata.

Não importa onde está ou o que esteja fazendo. Frenesi este que acaba deixando as pessoas meio que ansiosas por demais...

Dê uma olhada no trânsito, sobretudo mulheres ao volante e verá que... Não, não é preconceito contra as mulheres, tanto é que os homens, também usam o celular ao volante, mas, observe...

Um lembrete. É bom ficar mais ligado no trânsito, notadamente ao atravessar a rua, independente da cor do sinal. Fique de olho nos carros, ou melhor, se puder, na cara dos motoristas.
Veja também: Livros incríveis que você pode ler em apenas um dia (ou menos)
Mas, voltando. Se é um leitor, mesmo, não vai se importar em ler este verdadeiro tratado sobre a leitura rápida. 

Confira!

“Os conselhos dos 'superleitores' para ler mais rápido

Agatha Christie lia 200 livros por ano, enquanto que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, termina um a cada duas semanas. O ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt lia um livro por dia e até dois ou três, se tinha uma noite mais tranquila. Mas como as pessoas em geral podem conseguir fazer isso?

Harriet Klausner, uma bibliotecária de escola americana que morreu no ano passado era ou uma das leitoras mais rápidas da história ou alguém que "economizava" bastante na hora de falar a verdade.

Ela fez surpreendentes 31.014 críticas de livros na Amazon, o que significava que chegou a ler seis livros por dia. Mas nem todos aceitam este número e um grupo de críticos chegou a tentar desacreditá-la.

Klausner se defendeu dizendo que alguns dos romances que lia eram tão curtos e fáceis que lhe tomavam apenas uma hora. E ofereceu outra explicação simples para sua rapidez de leitura: "Se um livro não me interessa até chegar na página 50, deixo de lê-lo", afirmou ao jornal americano Wall Street Journal.

Seus feitos podem ser fantásticos, mas a vontade de poder ler mais é comum a muitos de uma geração frequentemente distraída por séries de televisão, jogos de futebol e tópicos mais comentados no Twitter, que tem cada vez mais dificuldade de encaixar a leitura em suas vidas.

Um livro a cada 2,4 dias

John Sutherland, autor, crítico de livros colunista e professor emérito de Literatura Inglesa Moderna na universidade UCL, em Londres, diz que em 2015 leu aproximadamente 150 livros.

"É bastante", afirma. E o fato de que ele os lê em seu tablet permite passar as páginas em alta velocidade.

"Desse jeito não fico com o dedo dormente e também evito que o próximo leitor contraia uma doença", brinca.

A vida de um leitor profissional, no entanto, depende de sua capacidade de avançar pelas palavras o mais rápido possível, retendo o máximo de conhecimento que puder.

No ano passado, Sutherland terminou um livro aproximadamente a cada 2,4 dias. "Passo quatro páginas de vez se tiver que fazê-lo", afirma.

Dois mil em uma vida

Quando estava na escola, o britânico Tony Buzan fez um teste de velocidade de leitura, que detectou sua capacidade de ler 213 palavras por minuto. "Pensei que era um leitor muito rápido. Mas perguntei a uma garota da minha sala o resultado dela, e ela tinha conseguido 300. Me senti péssimo."

Decidido a melhorar suas habilidades, Buzan praticou leitura rápida em casa e pesquisou sobre a física do olho. Ele também aprendeu sobre focalização ocular e sobre o agrupamento de palavras para poder lê-las como um só fragmento.

Ele descobriu, por exemplo, que era possível ler mais rápido depois de fazer exercícios físicos. E em pouco tempo dobrou sua velocidade de leitura.

Hoje ele é consultor de leitura rápida e memorização, e acredita que o número de livros que lemos é, sim, importante.

"Em vez de ler, não sei, mil livros na minha vida, agora talvez leia dois mil. Isso pode mudar minha existência", afirma.

Eis os seus conselhos para ler mais livros:
 - Aprenda a usar seus olhos para ler mais rapidamente; 
 - Fique em boa forma física, para que o seu cérebro tenha mais oxigênio; 
 - Aprenda a memorizar capítulos e até livros inteiros; 
 - Leia sobre o cérebro e seu funcionamento; 
 - Crie um grupo de leitura rápida e estudo com seus amigos.
Seletividade

Considerando a velocidade média com a qual alguém diz 300 palavras por minuto, um leitor leva cerca de um minuto para terminar uma página. Portanto, para ler um livro de 300 páginas por dia, o leitor médio deveria reservar 35 horas semanais.

"Há uma quantidade de livros limitada que eu consigo ler ao longo da minha vida, e não vou perder tempo com lixo", afirma o colunista do jornal britânico Sunday Times e crítico de livros Jenni Russell. Ele acredita que, com a idade, devemos nos tornar mais seletivos.

"Quando somos jovens sentimos uma curiosidade grande por outras pessoas, como elas pensam e o que sentem. Agora, um escritor precisa ter uma habilidade exemplar ou uma perspectiva interessante para chamar minha atenção."

Quando era criança, Russell lia até 20 livros por semana. Agora, lê três por mês.
E qual seria o melhor conselho de um dos superleitores para enfrentar um ano de leitura?

"Meu conselho é entediar-se", afirma o professor John Sutherland. "Minha infância foi muito entediante, e ler foi uma boa maneira de passar por grandes períodos de tédio."
Durante período na prisão, Trotsky lia sobre mais variados assuntos, da manhã até a noite
Um pouco a cada 15 minutos livres

O revolucionário russo Leon Trostsky também se aproveitou do tédio para ler.

Durante os dois anos que passou na prisão, lia da manhã até a noite. Desde a ficção clássica europeia, passando pelas pesquisas de Darwin até as teorias de Lênin sobre o comunismo.

A ex-professora de leitura da universidade de Dorchester, na Inglaterra, Ginny Williams-Ellis fundou a organização beneficente Read Easy para ajudar pessoas analfabetas.

"Os livros não são prioridade para as pessoas com quem trabalhamos. A motivação delas é aprender a ler listas de compras, etiquetas de latas, jornais, as palavras da vida diária", explica.

Mas o aprendizado frequentemente leva alunos a se tornarem aspirantes a superleitores.

"Muita gente se emociona quando aprende a ler. Trabalhamos com uma cabeleireira que agora lê um romance por noite."

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Estar em boa forma física oxigena o cérebro e ajuda a ler mais
Segundo uma das "superleitoras", vale usar cada 15 minutos livres para dar prosseguimento a um livro.

Quer aumentar sua velocidade de leitura? Entender o funcionamento do cérebro pode ajudar.

Russell entende a fascinação. "Nas nossas vidas, só vemos a superfície das pessoas. A ficção nos leva a suas mentes, a seus pensamentos e motivações. Os romances nos levam a lugares que de outra forma nunca veríamos. A leitura pode ter um efeito surpreendente sobre nós."

A jornalista e "treinadora" literária Glynis Kozma aconselha os leitores a tirarem alguns minutos de cada um dos seus compromissos para ler.

"Em vez de pensar que o que você precisa é sentar-se e ler durante uma hora, tente utilizar pequenas quantidades de tempo", diz,
"Leia durante 20 minutos, enquanto espera o jantar ficar pronto no forno. Use cada 15 minutos livres que tiver."

Kozma tenta ler um livro por mês, mas nem sempre consegue. "Acho que muita gente se sente culpada com relação à leitura. Estamos todos tão ocupados que fica difícil justificar o uso do tempo livre", conclui.

Hannah Sander BBC News

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sábado

Se você está em São Paulo e quer conferir... Seminário sobre o amor aos livros, na USP


Clique na imagem para ampliar
A bibiofilia ou o colecionismo não é lá um métier ou um gosto tão difundido assim... Embora, como vai ver, é um “hobby”, digamos assim, cujo valor transcende o puro prazer de quem coleciona.

Eu, por exemplo, considerando as devidas demissões, sou um deles. Não só do livro ‘para ler’, como se diz, mas o livro em si mesmo, notadamente aqueles antigos ou que são verdadeiras obras de arte em sua encadernação/visual.

Ainda me insinuo, porque não é fácil e nem barato, em uma coleção de primeiras edições... Uma coleçãozinha, diga-se de passagem, ‘zinha’, mesmo!

Se estiver por aí, em São Paulo, dê uma conferida. Tudo indica que pode ser uma bela viagem para os aficionados por livros e curiosos sobre este  “ramo” da coisa. 

      “Amor aos livros é tema de seminário na Biblioteca Mindlin da USP


A paixão pelos livros e o cuidado com eles, desde os mais antigos até os mais modernos, raros ou não, estão no centro das discussões do seminário Bibliofilia: Circuitos e Memórias, que será realizada nos dias12 e 13 de novembro, das 10 às 16 horas, na Sala Villa-Lobos da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP. Realizado pelo Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento do Instituto De Estudos Avançados (IEA) e pela BBM, com  apoio do Núcleo de Estudos Avançados (IEA) e pela BBM, com apoio do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (Nele), todos órgãos da USP, o evento é organizado por Marisa Midori Deaecto e Plínio Martins Filho, professores do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de comunicação e Artes (ECA) da USP e Mariana Massimi, professora aposentada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP e professora sênior do IEA.

Continue lendo, aqui.

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sexta-feira

4º Premio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa


É um rastreamento, digamos assim, das novas obras, e dos novos talentos, que surgem a cada dia. Se você é um escrevinhador veterano ou novato, é uma boa oportunidade.

Informações:

a) Aberto a todos os interessados
b) Livros Inéditos (Romances, Novelas, Contos ou Poesias)
c) Inscrição pela internet (conforme o Regulamento)

Premiação:

I) Publicação da obra

Prazo: 31 de janeiro de 2019


Organização:

UCCLA
Editora A Bela e o Monstro

Contato - Mais informações e Dúvidas:



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terça-feira

II Prêmio Pólen de Literatura (#Brasil)

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O prazo foi prorrogado. Agora você tem até o dia 30 de novembro para fazer sua inscrição.

Confira as informações abaixo e se habilite.

Informações:

a) Voltado a autores brasileiros, residentes no Brasil
b) Livros Inéditos - ficção (romance, suspense, policial e thriller)

Premiação:

I) Publicação de 300 exemplares (possibilidade de contrato para edições futuras)
II) Prêmio em dinheiro

Prazo: 30 de novembro de 2018

Organização:

Suzano - Papel e Celulose | Papel Pólen
Apoio: Editora Arqueiro

Contato - Mais informações e Dúvidas:
premiopolen@suzano.com.br

Confira o regulamento: II Prêmio Pólen de Literatura

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sábado

Hábitos típicos de quem escreve, ou pretende, escrever bem

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Especialistas consultados deram algumas dicas para aqueles escrevinhadores, sobretudo para os candidatos. 

Quem é do métier sabe muito sobre as agruras usuais enfrentadas na construção de um bom texto, o que não implica, apenas, que sejam textos literalmente literários, digamos assim, mas, até mesmo um simples e-mail, redação de trabalhos acadêmicos, em suma, textos. Textos onde se busca, no mínimo, ser ‘bem lido’, ou bem compreendido.

Como a própria palavras ‘texto’ vem do latim “textum”, que significa entrelaçamento, como os fios de um tecido, o exercício do escrevinhador é exatamente este, tecer, entrelaçar...

Logo, na construção do texto, a qualidade essencial no processo é a persistência, já que a qualidade e fluência na comunicação escrita é uma questão de tempo, paciência e treino.

Veja também:




Veja:

(...)

“Para ter uma boa redação, você precisa amar a sua língua, prestar atenção à letra das músicas, ter interesse pelas artes e pela cultura de forma geral”, explica ele.
Veja a seguir alguns hábitos típicos dos profissionais que apresentam um excelente desempenho em redação, segundo os especialistas ouvidos por EXAME.com:

1. Têm apego pelos livros

Bons escritores são grandes leitores. Mas eles não fazem isso apenas para cumprir uma obrigação: além de sentirem prazer com os livros, eles soltam sua imaginação, fazem associações mentais e formulam suas próprias interpretações sobre o texto. Quem escreve bem também costuma ser bastante seletivo com seu “cardápio” de leituras, dando preferência a autores de grande envergadura, diz o professor Arrais.

2. Mostram interesse pelas próprias dúvidas

Você pensa que as pessoas com bom texto têm uma gramática e um dicionário gravados na cabeça? Nem de longe. De acordo com a professora Rosângela, o diferencial dos bons redatores é a atenção dispensada aos seus próprios erros e confusões. “Em vez de ignorar suas dúvidas, eles procuram saná-las, o que vai aumentando cada vez mais o seu repertório”, explica.

3. Planejam o que escrevem

A palavra “texto” vem do latim “textum”, que significa “tecido” ou “entrelaçamento”. À maneira de um bordado, a redação não sairá boa se a sua estrutura não for previamente esboçada – ao menos mentalmente. “Quem escreve bem costuma fazer um rápido plano do seu texto”, diz Rosângela. “Em um primeiro momento pode parecer perda de tempo, mas isso evitará devaneios e confusões no meio da escrita”.

4. Releem o próprio texto

Outro hábito valioso é a análise paciente e atenta do que foi redigido. Colocar-se no lugar do leitor, imaginando suas dúvidas e sentimentos diante do texto, é o princípio condutor de uma boa revisão. Segundo Arrais, essa prática permite encontrar inconsistências, evitar repetições e melhorar de forma geral a experiência de leitura.

5. Buscam a simplicidade máxima


Muitas pessoas acreditam no mito de que escrever bem é escrever “difícil”: quanto mais expressões rebuscadas, palavras raras e estruturas complexas houver, maior a respeitabilidade do autor. Grande engano. No contexto do trabalho, a qualidade de um texto está no seu poder comunicativo, isto é, na sua capacidade de expressar uma ideia de forma acessível a qualquer leitor. “Quem escreve bem está sempre tentando tornar suas frases mais fáceis e diretas”, diz Rosângela. 

Como pode ver, é só colocar a mão na massa.

Extraído de “texto” de Claudia Gasparini, em EXAME.

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terça-feira

Adaptações oportunas no e-book para bibliófilo nenhum botar defeito

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Teve um cara aí que inventou o cheiro e o tato de livros velhos/usados de sebo em e-book’s... Você agora pode sentir o cheio enquanto passa o dedo naquilo...

Só faltava esta pra ver se melhora a coisa, já que do jeito que estava não pegou, não convenceu...

Tem ainda a sensação visual/estética de uma biblioteca no quarto. É isso, um celularzinho com cor de madeira escura sobre o criado mudo...

Não duvido que alguém possa ter acreditado... Claro que infra tecnológica tem para isto tudo aí acima, mas os efeitos... Nem o mais sonhador dos tecnólogos.

Confira aqui algumas informações interessantes sobre o dito cujo, o livro, mesmo: Quer aumentar a sua inteligência... Lendo? Veja estas sugestões maneiras

Se o livro já vem sofrendo horrores em função de outras concorrências tecnológicas – o próprio celular & Cia – o e-book, pelo visto, não chega a ser um concorrente a ser considerado, embora tenha em comum com o novo, o hábito universal de passar o dedo sobre a tela.

Já tentou ler um?

Se, ainda, gosta de ler, a saída, a única, ‘é o velho livro de guerra’, como se diz.

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domingo

Concurso Literário: e-Antologia - Delírios I - ACID+NEON

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Veja a proposta:

“Para a 1ª edição da antologia DELÍRIOS, intitulada ACID+NEON, desafiamos vocês artistas sobre a temática cyberpunk, um universo futurista fantástico com diversas vertentes dentro da literatura e audiovisual e com infinitas possibilidades”.

Continuam abertas as inscrições. Se ainda não viu, confira!

Dá tempo tranquilo... Já que o prazo vai até 1º de maio próximo.

Veja as condições:
a) Aberta a todos os interessados 
b) Contos (também recebem ilustrações e áudio) 
c) Envio pela internet (conforme o Regulamento)
É uma organização de Converge. Se quiser entrar em contato o umas informações dê um toque: hello@coverge.com.br

Mais informações, aqui.

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sexta-feira

Acha, mesmo, que precisamos? Da ética do livro ou dos ‘seus’ 13 mandamentos?

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Pensando bem, esse lance de fazer listas de ‘bom comportamento’ no trato com as coisas – e, também, com as pessoas – que rolam por aí, parece que tentam substituir algo que está faltando em grande numero de pessoas...

O que parece pressupor que nunca teve... Pelo menos em parte de nós...

Afinal... Desaprendemos ou não sabíamos de fato?

Neste caso dos livros, nem entrarmos no mérito dos custos. É isso. Os livros não são tão baratos assim e quem compra é porque pensa em, além de ler, mantê-los por perto.

Como sabemos, quem gosta de ler normalmente gosta, e muito, dos livros. Aqui atrás tem duas estantes com algumas centenas deles... Assim como alguns aqui ao lado da tela do PC...

São uma excelente companhia... Mesmo quando assim, fechados... Silenciosos...

Esta lista com os 13 mandamentos do livro, ou a ‘ética do livro’ é uma delas, das tais listas...
 - 1. Se pegou emprestado, devolva, 
 - 2. Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue, 
- 3. Só pegue se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila, 
- 4. Se perdeu, compre outro e devolva, 
- 5. Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva, 
- 6. Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar o seu próximo exemplar, 
- 7. Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido, 
- 8. Não pegue sucessivamente livros empestados da mesma pessoa, sem devolver os anteriores, 
- 9. Não constranja pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental, 
- 10. Não empreste livros que pegou emprestado, 
- 11. Demorar pra devolver é o mesmo que não devolver, 
- 12. Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar, vulgo, roubar, 
- 13. Não misture com os seus livros.
Como pode ver, são situações simples e que podem entrar em nossa rotina, mas, com certeza, o outro, o dono do livro, está ‘ligado’ e tem uma relação diferente com ele, o seu livro emprestado.

Quem já emprestou sabe, conhece, muito bem a sensação.

Com informações de revistabula.

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