sábado

Antologia II Concurso Literário Sarau da Onça (#Bahia)

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Já estão liberadas as inscrições para o II Concurso Literário Sarau da Onça, que irá selecionar poemas e contos de cinqüenta autores bahianos. O projeto foi contemplado com edital Setorial de Literatura  da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), com patrocínio do Fundo de Cultura do Estado,  Secretária da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. 

As inscrições são gratuitas:

Informações:
a) Restrito a autores da Bahia
b) Seleção de contos e poesias
c) Inscrição pela internet (conforme o regulamento)
Prazo: 20 de fevereiro de 2017

Organização:


Coletivo Sarau da Onça – O Diferencial da Favela

Contato e Dúvidas, aqui.

Regulamento, aqui e inscrições aqui.

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quinta-feira

Para facilitar a leitura, mesmo que o livro não seja ‘aquela brastemp’

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Quem sabe que nem tudo que nos cai em mãos é – como poderia dizer? – arrebatador, daquele tipo que lamentamos deixar por um instante por menor que seja, mas, todo livro tem lá o seu encanto e muitos se revelam gradualmente à medida que avançamos na leitura, por isso algumas dicas abaixo podem dar uma força nesta hora do livro “não arrebatador”.

Obs. As dicas servem para todo tipo de livro/leitura

 Confira!

    - Uma boa ideia para quem está lendo um livro é colocá-lo na bolsa/mochila e dar uma ‘lidinha’ sempre que rolar um tempo, um intervalo em outras atividades no cotidiano. O interesse pelo livro é mantido, estimulado, e a leitura rende. E quando nem percebemos já estamos terminando.

Isto pode ser feito mesmo em casa, em meio às nossas atividades.

    - Ler antes sobre o livro que está pretendendo ler é uma boa ideia. Procure resenhas sobre o dito cujo e pegue uma ideia geral. Pode ter dois efeitos. É claro! 

Descartar ou partir pra cima, como se diz. É uma boa pedida.

    - Claro que é possível ir além de seus gostos especiais, se aventurando por outros gêneros de livros/literatura, mas deve privilegiar aquele que mais curte, que mais gosta. Se o seu lance é ler livros românticos, leia livros românticos!

    - TV, internet, redes sociais... Não precisa radicalizar e tentar deixar de lado, substituir... Não vai dar! A ideia é conciliar. É isso! Se organizar um pouco de maneira que caiba tudo no mesmo cesto... É, no mesmo cesto/dia. Com certeza dá pra fazer!

    - Se você está lendo algum livro não só por prazer/curtição, mas com algum objetivo escolar/acadêmico não é recomendável, mas se é uma ‘leitura viagem’ não há porque não usar fones de ouvidos e curtir junto as suas musicas, se isto lhe dá prazer. 

Pesquisas revelam que caso a musica seja sua conhecida pode até ajudar na concentração.

É isso! Ler é sempre uma boa ideia!

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terça-feira

2.ª edição do Prêmio Literário UCCLA – Inscrições prorrogadas

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Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa

O Prêmio Literário UCCLA é uma iniciativa conjunta da UCCLA, Editora A Bela e o Monstro e Movimento 2014, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, e tem como objetivo estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção (romance, novela e conto) e da poesia, em língua portuguesa, por novos escritores.

A participação neste prêmio deverá ser feita até as 24 horas do dia 31 de janeiro de 2017. São admitidas candidaturas de concorrentes que sejam pessoas singulares, de qualquer nacionalidade, fluentes na língua portuguesa, com idade não inferior a 16 anos. No caso dos menores de 18 anos, a atribuição de prêmios ficará sujeita à entrega de declaração de aceitação pelos respectivos titulares do poder paternal. 

Inscrições prorrogadas: 

Informações:

a) Aberto a autores inéditos (sem obras publicadas)
b) Livros Inéditos / Romance, Novela, Conto e Poesia
c) Inscrição pela internet (conforme o regulamento)

Premiação:


I) Publicação da obra

Prazo: 21 de março de 2017

Organização: UCCLA - Editora A Bela e o Monstro

Regulamento aqui e para contatos e mais informações e/ou dúvidas aqui.

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sábado

Comemore! O Brasil bateu recorde em crescimento na venda de livros em 2015

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Isto é uma coisa, como se diz. Uma notícia tão boa, que não é tão nova (26/04/2016), que lança uma brisa suave sobre o cenário que vem se desenhado nos últimos meses no país, onde coisas assim, notícias boas como esta, dificilmente seriam constatadas, e festejadas.

O aumento pelo apreço ao livro, à leitura, sobretudo em um cenário tão informatizado, tão “celularizado” (existe isso?), quando vemos – acabo de chegar de uma grande livraria – onde as poltronas agora são divididas entre as pessoas que lêem ou folheiam livros, e revistas, e aqueles que aproveitam o aconchego do local para ficarem alisando suas telas de celular/smarts, na maior, como se diz.

Então, se gosta de ler, e de livros, e se gosta de saber que tanta gente, também gosta, festeje.

"Em 2016, o Brasil foi apanhado com uma notícia surpreendente, mas muito positiva: as vendas de livros em território brasileiro cresceram! E não estamos a falar de um crescimento pouco significativo. De acordo com as estatísticas da Nielsen, OpenBook e GfK (divulgadas durante a abertura da feira do Livro de Londres 2016), o Brasil foi, na verdade, o país onde as vendas de livros mais cresceram em todo o mundo.

Esta tendência já tinha dado sinais de crescimento em 2014, quando foi registrado que as vendas de livros no Brasil tinham aumentado 14,4% face ao ano anterior. Em 2015, o crescimento voltou a ser notado, desta vez com uma percentagem que se manteve nos 10,7%. Um excelente número para o mercado brasileiro." (via Mundo dos Livros)

O crescimento não ocorreu na mesma medida com o livro digital, o que, idiossincrasias à parte, não considero uma notícia tão ‘ruim’ assim,  que o livro, o de papel, mesmo, é o que interessa.

Brincadeiras à parte, o mercado do digital no país ainda é incipiente e não teve crescimento tão relevante, ficando, estagnado, diga-se de passagem, em índices que vão de 2 a 3% das vendas, quando em países como os EUA isto chega a ser da ordem de 20 a 25%. 

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terça-feira

A ética ou os 13 mandamentos do livro. O que não deve fazer ‘na área’

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É um decálogo... Como seria o nome de ‘13’? Detrésimo? Acho que isso aí seria uma expressão da criptografia, mas, voltando, seriam as 13 ‘regras éticas’ envolvendo a transação informal de livros, ou de livros. Trocando em miúdos, aquilo que não se deve fazer na 'área’.
 "Ética do livro: Os 13 mandamentos 
Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula.

Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável. Há quem não se importe, mas, para os amantes da cultura, a situação é de calamidade pública.
Leia também: 
Roubar livros e biblioteca não tem nada de romântico, é roubo mesmo 
Livros sobre ética são os mais roubados em bibliotecas, diz pesquisa
É preciso que se difunda uma ética do livro, uma ética que estabeleça a etiqueta da relação entre aquele que empresta e aquele que pega emprestado. Lembrando que a comunidade dos letrados é uma verdadeira roda-vida, um “circulo do livro” em sentido lato: quem empresta hoje, pega emprestado amanhã.

Tentando contribuir, apresento abaixo uma sugestão, um esboço, do que pode ser essa ética: (validos também para CD’s, DVD’s, HQ’s, revistas e congêneres)
1 — Se pegou emprestado, devolva.
2 — Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue.
3 — Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila.
4 — Se perdeu, compre outro e devolva.
5 — Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva.
6 — Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar seu próprio exemplar.
7 — Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido.
8 — Não pegue sucessivamente emprestados livros da mesma pessoa, sem devolver os anteriores.
9 — Não constranja seu próximo pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental.
10 — Não empreste livros que pegou emprestado.
11 — Demorar para devolver é o mesmo que não devolver.
12 — Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar.
13 — Não misture com seus livros.
 Na Revista Bula

E aí, já andou ‘pisando na bola’? Ou seja, desrespeitando alguma das regrinhas acima? Se sim, nada o impede de retificar, ou melhor dizendo, corrigir ou consertar a ‘coisa’.

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