terça-feira

Contos de ação em dois gêneros. Confira!

 É isso, dois concursos literários da mesma editora e com tema e tempo de entrega de originais diferentes.

Antologia - Folia de Carnaval

Antologia - Nas Linhas do Amor

Os concursos são como se especializados em contos de ação e para autores nacionais.

Se for sua praia e ficou interessado clique em FFC Books Editora e confira, ela tem as coordenadas. Ainda tem um prazo bom para as inscrições.

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sábado

Sete boas dicas de Hemingway para escrever ficção

Seja breve.

É a última, a sétima delas.

Se é sua praia pode encontrar dicas adicionais ou se é seu plano, ou mesmo por curiosidade..., dê uma olhada.

Hemingway desprezava os escritores que, como ele dizia, “nunca aprenderam a dizer não a uma máquina de escrever”. Em uma carta de 1945 para seu editor, Maxwell Perkins, Hemingway escreve: Não é por acaso que o discurso de Gettysburg foi tão curto. As leis da prosa são tão imutáveis quanto as do voo, da matemática ou da física.

Ganhador do prêmio Pulitzer de Ficção e do prêmio Nobel de Literatura, Ernest Hemingway é considerado um dos escritores mais importantes do século 20. “Por Quem os Sinos Dobram”, inspirado em sua experiência como correspondente de guerra, e publicado em 1940, é considerado sua obra-prima. Hemingway nunca escreveu um tratado sobre a arte de escrever ficção.

Vamos nessa...

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quarta-feira

Texto, do latim, “textum”, tecido. E aí a quanta anda sua habilidade como artesão das palavras


(...) A palavra “texto” vem do latim “textum”, que significa “tecido” ou “entrelaçamento”. À maneira de um bordado, a redação não sairá boa se a sua estrutura não for previamente esboçada – ao menos mentalmente. (...)

E aí, você se considera um bom tecelão?

Ao que tudo indica, além de gostar e de querer fazer um bom ‘tecido’ com as ideias e palavras, alguns hábitos ou práticas cotidianas são importantes, senão indispensáveis para chegarmos a um bom resultado. 

Ao contrário do que pode parecer é bem simples, nada que não posamos dar um trato e chegar a excelência da redação.

Dê uma conferida. in Exame Abril

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sábado

Prêmio Machado – A palavra em todas as formas

Concurso nas categorias: romance, contos, não ficção, quadrinhos e outras narrativas.

Voltado a residentes no Brasil e com inscrições pela internet.

Prazo de inscrição até 29 de setembro de 2020

Contratos de edição de R$20.000.00

Regulamento e mais informações em DarkSide Books

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quarta-feira

Os critérios para se escolher um bom livro para ler...

... [já que tem aqueles para dar de presente], são tão subjetivos que fica quase impossível definir ou conceituar de alguma maneira.

Os mais usais acabam sendo ou seguindo os mesmos utilizados hoje para se escolher objetos de consumo como outros quaisquer, tipo fama, sucesso em vendas ou os “best-sellers” [sabe-se lá quais foram efetivamente os que os turbinaram] ou autores modernos ou famosos via mídia, ‘roteiros’ de filmes famosos..., viu como fica difícil?

Mas para quem tem o hábito de ler “desde sempre”, tem lá os seus e não raro passa ao largo desses mais modernos ou pós-modernos.

Temos os “melhores livros de todos os tempos” que marcaram ponto tanto na literatura nacional como na versão internacional, os ditos clássicos, que quase sempre quem lê gosta de dar uma ‘passada’.

É o caso dos considerados 100 melhores livros de todos os tempos [eu li 21], que muita gente leu aletoriamente ou por capricho resolveu dar uma conferida sistemática em todos.

Ou mesmo uma espécie de curiosidade literária ou ‘leitural’, os ganhadores de Nobel de Literatura [últimos 15].

Isso como uma espécie referência, de contraponto para quem não é lá tão habituée assim e pode até mesmo servir como se em uma retomada.

Retomada esta que esperamos receba contraditoriamente uma força da ‘primitividade’ do Guedes & Cia [que está em um contexto mais amplo de destruição], em dar tipo um tiro de misericórdia neste hábito/prazer que já não vem tão bem das pernas assim.

Claro que existem inúmeras bibliotecas por aí às moscas, mas o ato de taxar o livro é simbólico e tem objetivos bem claros neste novo cenário político que se apossou do país recentemente.

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sábado

Romances, contos, poesias e infantis..., Prêmio Biblioteca Digital

 Ainda dá tempo.

É voltado a autores brasileiros

- Livros Inéditos - Romances, Contos, Poesias e Infantil

- Inscrição pela internet

Premiação | Direitos Autorais:

- Prêmios em dinheiro

- Publicação em formato digital

Prazo: 13 de setembro de 2020

Mais informações em Prêmio Biblioteca Digital/Paraná

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domingo

Como fazer marcadores reutilizando pequenas peças de madeira

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Este é ‘só’ para quem gosta, principalmente para quem não apenas explora sua funcionalidade, mas, como tem gente que faz..., coleciona marcadores de livro, é tudo de bom.

Este é bem bonito e fácil de fazer, embora, a bem da verdade a sua matéria prima não seja tanto assim.  

O marcador da imagem foi feito utilizando a madeira onde estava enrolado elástico para roupa. O bom é que já tinha espessura e dimensões perfeitas, só precisou dar um trato.

Mas pode ser encontrado retirando de uma ‘velha’ madeira de compensado [porque já está meio solta], cortar com uma tesoura, lixar e dar o trato e acabamento que achar conveniente, tipo verniz ou pintura.

Esta imagem de metal [encontrei como chaveiro em loja de produtos chineses], uma âncora, é importante para mim pois me reporta a infância, da tatuagem do personagem Queequeg, do Moby Dick, que mantive na imaginação desde então esperando crescer para fazer igual.

Era tão criança, tão pequeno em minha primeira versão condensada [curtida ‘in totum’ depois] do grande clássico, que não tinha a mínima ideia de onde iria encontrar um tatuador, mas mesmo assim gravei na imaginação e esperei crescer.

Neste link: Como fazer um marcador de livro..., você vai encontrar outras ideias de como fazer marcadores bem originais utilizando variados materiais.

Mas, voltando..., você pode ilustrar com vários tipos de gravuras ou ideias, como, também, escrever ou desenhar utilizando um pirógrafo.

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quarta-feira

Ao contrário do mais comum, o JL. Borges fala o que evitar e não o que fazer na escrevinhação

Existe uma ideia antiga segundo a qual o escritor nasce..., é isso, já nasceria com o dom e a coisa só fluiria naturalmente.

Se era assim no passado, pelo visto as coisas mudaram, pois ao que tudo indica o escrevinhador tem tudo a ver com um trabalho duro no aperfeiçoamento e traquejo do tal ofício.

O que bem tem por aí são dicas mil para facilitar o uso e familiaridade não só com as ideias/inspiração, assim como no uso mais apropriado do vernáculo para cair nas boas graças dos eventuais leitores. O que temos que admitir cada vez mais raros, logo, o traquejo no trato é uma boa ideia.

Fora disso o escrevinhamento não vai passar de uma atividade bem pessoal, como um diário íntimo, ou seja, só procê.

Veja essas ideias do J.L.Borges sobre uns lances que não devem ser feitos, pois assim a coisa pode ficar mais fácil, aspas [ou não...].

Confira abaixo.

Na literatura é preciso evitar:

1. As interpretações demasiado inconformistas de obras ou de personagens famosos. Por exemplo, descrever a misoginia de Don Juan, etc.

2. As comparações de personagens grosseiramente diferentes ou contraditórios, como, por exemplo, Don Quixote e Sancho Pança, Sherlock Holmes e Watson.

3. O costume de caracterizar os personagens por suas manias, como faz, por exemplo, Dickens.

 4. No desenvolvimento da trama, o recurso a jogos extravagantes com o tempo ou com o espaço, como fazem Faulkiner, Borges e Bioy Casares.

5. Em poesias, situações ou personagens com os quais possam o leitor se identificar.

6. Os personagens suscetíveis de converter-se em mitos.

7. As frases, as cenas intencionalmente ligadas a determinado lugar ou a determinada época; ou seja, ao ambiente local.

8. A enumeração caótica.

9. As metáforas em geral, e em particular as metáforas visuais. Mais concretamente ainda, as metáforas agrícolas, navais ou bancárias. Exemplo absolutamente desaconselháveis: Proust.

10. O antropomorfismo.

11. A construção de novelas cuja trama ou argumento remete a outro livro. Por exemplo, em Ulisses de Joyce e a Odisseia de Homero. 

12. Escrever livros que pareçam menus, álbuns, itinerários ou concertos.

13. Todo aquele que pode ser ilustrado. Todo o que pode sugerir a ideia de ser convertido em filme.

14. Nos ensaios críticos, toda referência histórica ou biográfica. Evitar sempre as alusões a personalidades ou à vida privada dos autores estudados. Sobretudo, evitar a psicoanálise. 

15. As cenas domésticas nas novelas policialescas; as cenas dramáticas nos diálogos filosóficos. E, finalmente. 

16. Evitar a vaidade, a modéstia, a pederastia, a ausência da pederastia, o suicídio.

         Jorge Francisco Isidoro Luís Borges Azevedo (1899 — 1986) escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino. 

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domingo

Vale à pena lembrar, conferir, este ícone do livro, das letras...

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Hoje, há 84 anos, morria Chesterton, tradicional pensador católico, frasista incorrigível, um dos maiores escritores do século XX, e um humorista fora de série. Foi uma celebridade, dentro e fora da Inglaterra. Em toda uma longa e rica vida intelectual, produziu dezenas de livros, artigos, críticas, comentários nas mais diversas áreas. Enfrentou quase todos os gêneros literários, pois foi poeta, ensaísta, crítico, jornalista, historiador, romancista e conferencista. Pensador forte e audaz, era capaz de atrair às suas crenças incrédulos rebeldes e cultos.

Confira, sobretudo se, ainda, não conhece, se é chegado e se é sua área: Gilbert Keith Chesterton

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O sentimento de ‘vergonha nacional’ pega até na literatura


Clique na imagem para ampliar

Temos que admitir que a literatura como um todo por aqui não anda lá ‘estas brastemps todas’, sobretudo neste cenário radical dos smarts da vida, mas um fator adicional ajuda a pegar na coisa e a reduzir a curtição da nacional.

Com a ajuda inestimável da mídia e dos meios de comunicação como um todo, o enaltecimento da cultura internacional, notadamente a norte-americana, costuma dominar os corações e mentes por aqui.

Em que pese a nem sempre consistência e qualidade desse modelo, a cultura local como um todo – notadamente a literária – é relegada dentro de um cenário em que o complexo de vira-latas ou de vergonha de ser nacional é bem significativo, embora não passe de um preconceito, ou seja, é uma ideia sem qualquer base ou fundamento no real.

Só para registrar, a luta na busca por uma segunda nacionalidade é forte, embora dissimulada. Sei de casos ‘conseguidos’ em que estas passaram a ser, efetivamente, a primeira.

Veja acima o que diz o escritor Alberto Mussa sobre a literatura brasileira.

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quinta-feira

Os 100 melhores livros de todos os tempos

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Eu só li 21... [e você? ]

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terça-feira

A leitura, pelo visto, caiu do cavalo e depois do smartfone não sobrou nem mesmo a axilar

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Nem mesmo como uma forma de mostrar certa cultura ou erudição pelas ruas, com a velha leitura axilar, tão famosa, ou lendo assim ao vivo e a cores se tornou algo tão raro que a última vez em que vi uma moça lendo no coletivo, me contive para não parabenizá-la.

É claro, não tinha nada a ver, mas só ilustra o que senti na hora.
Esta imagem acima [gravura] mostra outro aspecto do livro como indicador de cultura e erudição, quando se mantinha livros ao alcance dos olhos, sobretudo das visitas para passar uma boa impressão.
Este recurso ainda existe. É o uso como recurso cenográfico, diríamos assim.

Basta observar algumas personalidades públicas que sempre se fazem fotografar – e entrevistar – diante de fartas estantes [não raro com um livro na mão], embora, observando melhor, constatamos que a grande maioria não passa de “coleções encadernadas”, ou seja, de objetos de decoração com objetivos claros.
E você, a quantas anda a sua leitura? Rendeu-se a axilar ou a cenográfica..., ou nem se lembra mais do último que passou por perto?

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sábado

UNICAMP inaugura biblioteca de obras raras

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Para quem gosta de livros, notadamente ‘os raros’, vai ser uma viagem passar para dar uma olhada.

É o meu caso de humilde [de poucos] colecionador de obras raras, notadamente primeiras edições. Edições estas garimpadas exaustivamente em périplos continuados pelos brechós e sebos da vida.

(...) Foi inaugurada nesta segunda-feira (9) a Biblioteca de Obras Raras "Fausto Castilho" (Bora), novo espaço do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) destinado à reunião e conservação de livros e diferentes obras antigas, raras e que pertenceram a grandes nomes da intelectualidade brasileira e internacional, como Antônio Cândido de Mello e Souza e Sérgio Buarque de Holanda. A cerimônia de lançamento do prédio contou com a presença de dirigentes da universidade e familiares e amigos de alguns dos nomes representados nas coleções especiais mantidas no local. (...).
 Se é o seu caso, um amante dos ‘raros’, é um prato cheio.

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quinta-feira

Revista faz chamada para publicação de textos e ilustrações

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Revista convida interessados em publicar seus trabalhos..., simples assim. É só se habilitar.

Confira:
Informações: 
a) Aberta a todos os interessados 
b) Seleção de textos e ilustrações
Prazo: 10 de março de 2020

Organização:

Revista SerEsta

    Contato - Mais informações e Dúvidas:

revistaseresta@gmail.com

    Regulamento:

https://revistaseresta.blogspot.com/p/edital-de-concurso.html

    Inscrição:

https://revistaseresta.blogspot.com/p/ficha-de-inscricao.html

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Bancas colaborativas ou um jeito de divulgar e vender o seu trabalho artístico/literário


A loja colaborativa é uma forma de gerenciar ou administrar um produto ou negócio com um mínimo de infraestrutura/capital, e que, também, se aplica aos livros e ou produções literárias e artísticas.

Um bom exemplo são as já conhecidas Banca Tatuí e Banca Curva em São Paulo, onde você pode divulgar/vender sua produção independente, seja um livro, produção artística, jornal, revista, zines, quadrinhos, ecobags etc.

Embora possam ser enquadradas na categoria de livrarias temáticas, as duas são especializadas e se dedicam apenas à produção independente.

Se você procurava uma forma de divulgar e vender seus trabalhos, suas produções independentes, estas podem ser boas opções.

Confira!

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quarta-feira

5.ª Edição do Prémio Literário UCCLA – Novos talentos e obras na Língua Portuguesa

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Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa
Estão a decorrer, até ao dia 31 de janeiro de 2020, as candidaturas à 5.ª edição do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa.
Informações: 
a) Aberto a todos os interessados 
b) Livros Inéditos (Romances, Novelas, Contos ou Poesias) 
c) Inscrição pela internet (conforme o Regulamento)
Premiação: Publicação da obra
Organização:
UCCLA
Editora A Bela e o Monstro – Câmara Municipal de Lisboa
Contato - Mais informações e Dúvidas:
info@abelaeomonstro.pt | uccla@uccla.pt

Confira:

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domingo

A crônica estaria com os dias contados? Sobre a arte de cronicar...

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Fazer crônica parece simples, não? E é!

É como conversar, contar histórias/estórias vistas, ouvidas por aí, notadamente em nossas andanças pelas ruas, pela cidade, pelos cantos onde as pessoas estão sendo, fazendo e contado coisas.

Embora sem querer implicar e já implicando, em tempos de reinado absoluto dos smartsfones, se você é da turma, não vai ter a oportunidade de olhar/observar o cotidiano em volta e assim poder “contar” depois.

Já que ela é um típico produto da atenção, do olhar.

Veja o que diz o Machado sobre a arte de cronicar.
Como fazer crônicas, segundo Machado de Assis
A crônica é um gênero que transita entre o literário e o jornalismo, que surgiu em fins do século XVIII, embora há quem considere a própria Carta de Achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, como um exemplo de crônica.

Machado de Assis é um de seus maiores expoentes, cujas crônicas, ainda hoje, refletem muito do nosso cotidiano, não como cenário, mas, como comportamento urbano. Neste excerto da crônica: O ofício do cronista, ele dá as dicas necessárias para quem pretende se aventurar.

(...) Que ele há de levar umas férias para nós outros, beneditinos da história mínima e cavouqueiros da expressão oportuna. Vivemos seis dias a espreitar os sucessos da rua, a ouvir e palpar o sentimento da cidade, para os denunciar, aplaudir ou patear, conforme o nosso humor ou a nossa opinião, e quando nos sentarmos a escrever estas folhas volantes, não o fazemos sem a certeza (ou a esperança!) de que há muitos olhos em cima de nós. Cumpre ter idéias, em primeiro lugar; em segundo lugar expô-las com acerto; vesti-las, ordená-las, e apresentá-las à expectação pública. A observação há de ser exata, a facécia pertinente e leve; uns tons mais carrancudos, de longe em longe, uma mistura de Geronte e de Scapin, um guisado de moral doméstica e solturas da Rua do Ouvidor.

Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994

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quarta-feira

Quem é o escrevinhador?

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Era um francês por adoção, aficionado por Paris e apesar do tempo, continua a ser considerado uma lenda.

Quem o conhece sabe que além de escrever, participou das duas grandes guerras mundiais, sobreviveu a dois acidentes de avião, viu os seus livros serem queimados pelos nazistas, além do detalhe de um Premio Nobel da Literatura.

Mais pistas: Escreveu “Paris é uma Festa”, “Por Quem os Sinos Dobram” e, ainda, “Adeus Às Armas”.

Como muitos escritores, ele era apaixonado por gatos e tinha “um monte deles”. Convivia normalmente com 25 em casa.

Então, sacou, não? É o Ernest Hemingway.

Veja mais sobre ele, inclusive dicas suas para o mètier: Hemingway

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