sábado

Se você está em São Paulo e quer conferir... Seminário sobre o amor aos livros, na USP


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A bibiofilia ou o colecionismo não é lá um métier ou um gosto tão difundido assim... Embora, como vai ver, é um “hobby”, digamos assim, cujo valor transcende o puro prazer de quem coleciona.

Eu, por exemplo, considerando as devidas demissões, sou um deles. Não só do livro ‘para ler’, como se diz, mas o livro em si mesmo, notadamente aqueles antigos ou que são verdadeiras obras de arte em sua encadernação/visual.

Ainda me insinuo, porque não é fácil e nem barato, em uma coleção de primeiras edições... Uma coleçãozinha, diga-se de passagem, ‘zinha’, mesmo!

Se estiver por aí, em São Paulo, dê uma conferida. Tudo indica que pode ser uma bela viagem para os aficionados por livros e curiosos sobre este  “ramo” da coisa. 

      “Amor aos livros é tema de seminário na Biblioteca Mindlin da USP


A paixão pelos livros e o cuidado com eles, desde os mais antigos até os mais modernos, raros ou não, estão no centro das discussões do seminário Bibliofilia: Circuitos e Memórias, que será realizada nos dias12 e 13 de novembro, das 10 às 16 horas, na Sala Villa-Lobos da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP. Realizado pelo Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento do Instituto De Estudos Avançados (IEA) e pela BBM, com  apoio do Núcleo de Estudos Avançados (IEA) e pela BBM, com apoio do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (Nele), todos órgãos da USP, o evento é organizado por Marisa Midori Deaecto e Plínio Martins Filho, professores do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de comunicação e Artes (ECA) da USP e Mariana Massimi, professora aposentada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP e professora sênior do IEA.

Continue lendo, aqui.

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sexta-feira

4º Premio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa


É um rastreamento, digamos assim, das novas obras, e dos novos talentos, que surgem a cada dia. Se você é um escrevinhador veterano ou novato, é uma boa oportunidade.

Informações:

a) Aberto a todos os interessados
b) Livros Inéditos (Romances, Novelas, Contos ou Poesias)
c) Inscrição pela internet (conforme o Regulamento)

Premiação:

I) Publicação da obra

Prazo: 31 de janeiro de 2019


Organização:

UCCLA
Editora A Bela e o Monstro

Contato - Mais informações e Dúvidas:



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terça-feira

II Prêmio Pólen de Literatura (#Brasil)

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O prazo foi prorrogado. Agora você tem até o dia 30 de novembro para fazer sua inscrição.

Confira as informações abaixo e se habilite.

Informações:

a) Voltado a autores brasileiros, residentes no Brasil
b) Livros Inéditos - ficção (romance, suspense, policial e thriller)

Premiação:

I) Publicação de 300 exemplares (possibilidade de contrato para edições futuras)
II) Prêmio em dinheiro

Prazo: 30 de novembro de 2018

Organização:

Suzano - Papel e Celulose | Papel Pólen
Apoio: Editora Arqueiro

Contato - Mais informações e Dúvidas:
premiopolen@suzano.com.br

Confira o regulamento: II Prêmio Pólen de Literatura

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sábado

Hábitos típicos de quem escreve, ou pretende, escrever bem

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Especialistas consultados deram algumas dicas para aqueles escrevinhadores, sobretudo para os candidatos. 

Quem é do métier sabe muito sobre as agruras usuais enfrentadas na construção de um bom texto, o que não implica, apenas, que sejam textos literalmente literários, digamos assim, mas, até mesmo um simples e-mail, redação de trabalhos acadêmicos, em suma, textos. Textos onde se busca, no mínimo, ser ‘bem lido’, ou bem compreendido.

Como a própria palavras ‘texto’ vem do latim “textum”, que significa entrelaçamento, como os fios de um tecido, o exercício do escrevinhador é exatamente este, tecer, entrelaçar...

Logo, na construção do texto, a qualidade essencial no processo é a persistência, já que a qualidade e fluência na comunicação escrita é uma questão de tempo, paciência e treino.

Veja também:




Veja:

(...)

“Para ter uma boa redação, você precisa amar a sua língua, prestar atenção à letra das músicas, ter interesse pelas artes e pela cultura de forma geral”, explica ele.
Veja a seguir alguns hábitos típicos dos profissionais que apresentam um excelente desempenho em redação, segundo os especialistas ouvidos por EXAME.com:

1. Têm apego pelos livros

Bons escritores são grandes leitores. Mas eles não fazem isso apenas para cumprir uma obrigação: além de sentirem prazer com os livros, eles soltam sua imaginação, fazem associações mentais e formulam suas próprias interpretações sobre o texto. Quem escreve bem também costuma ser bastante seletivo com seu “cardápio” de leituras, dando preferência a autores de grande envergadura, diz o professor Arrais.

2. Mostram interesse pelas próprias dúvidas

Você pensa que as pessoas com bom texto têm uma gramática e um dicionário gravados na cabeça? Nem de longe. De acordo com a professora Rosângela, o diferencial dos bons redatores é a atenção dispensada aos seus próprios erros e confusões. “Em vez de ignorar suas dúvidas, eles procuram saná-las, o que vai aumentando cada vez mais o seu repertório”, explica.

3. Planejam o que escrevem

A palavra “texto” vem do latim “textum”, que significa “tecido” ou “entrelaçamento”. À maneira de um bordado, a redação não sairá boa se a sua estrutura não for previamente esboçada – ao menos mentalmente. “Quem escreve bem costuma fazer um rápido plano do seu texto”, diz Rosângela. “Em um primeiro momento pode parecer perda de tempo, mas isso evitará devaneios e confusões no meio da escrita”.

4. Releem o próprio texto

Outro hábito valioso é a análise paciente e atenta do que foi redigido. Colocar-se no lugar do leitor, imaginando suas dúvidas e sentimentos diante do texto, é o princípio condutor de uma boa revisão. Segundo Arrais, essa prática permite encontrar inconsistências, evitar repetições e melhorar de forma geral a experiência de leitura.

5. Buscam a simplicidade máxima


Muitas pessoas acreditam no mito de que escrever bem é escrever “difícil”: quanto mais expressões rebuscadas, palavras raras e estruturas complexas houver, maior a respeitabilidade do autor. Grande engano. No contexto do trabalho, a qualidade de um texto está no seu poder comunicativo, isto é, na sua capacidade de expressar uma ideia de forma acessível a qualquer leitor. “Quem escreve bem está sempre tentando tornar suas frases mais fáceis e diretas”, diz Rosângela. 

Como pode ver, é só colocar a mão na massa.

Extraído de “texto” de Claudia Gasparini, em EXAME.

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terça-feira

Adaptações oportunas no e-book para bibliófilo nenhum botar defeito

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Teve um cara aí que inventou o cheiro e o tato de livros velhos/usados de sebo em e-book’s... Você agora pode sentir o cheio enquanto passa o dedo naquilo...

Só faltava esta pra ver se melhora a coisa, já que do jeito que estava não pegou, não convenceu...

Tem ainda a sensação visual/estética de uma biblioteca no quarto. É isso, um celularzinho com cor de madeira escura sobre o criado mudo...

Não duvido que alguém possa ter acreditado... Claro que infra tecnológica tem para isto tudo aí acima, mas os efeitos... Nem o mais sonhador dos tecnólogos.

Confira aqui algumas informações interessantes sobre o dito cujo, o livro, mesmo: Quer aumentar a sua inteligência... Lendo? Veja estas sugestões maneiras

Se o livro já vem sofrendo horrores em função de outras concorrências tecnológicas – o próprio celular & Cia – o e-book, pelo visto, não chega a ser um concorrente a ser considerado, embora tenha em comum com o novo, o hábito universal de passar o dedo sobre a tela.

Já tentou ler um?

Se, ainda, gosta de ler, a saída, a única, ‘é o velho livro de guerra’, como se diz.

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domingo

Concurso Literário: e-Antologia - Delírios I - ACID+NEON

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Veja a proposta:

“Para a 1ª edição da antologia DELÍRIOS, intitulada ACID+NEON, desafiamos vocês artistas sobre a temática cyberpunk, um universo futurista fantástico com diversas vertentes dentro da literatura e audiovisual e com infinitas possibilidades”.

Continuam abertas as inscrições. Se ainda não viu, confira!

Dá tempo tranquilo... Já que o prazo vai até 1º de maio próximo.

Veja as condições:
a) Aberta a todos os interessados 
b) Contos (também recebem ilustrações e áudio) 
c) Envio pela internet (conforme o Regulamento)
É uma organização de Converge. Se quiser entrar em contato o umas informações dê um toque: hello@coverge.com.br

Mais informações, aqui.

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sexta-feira

Acha, mesmo, que precisamos? Da ética do livro ou dos ‘seus’ 13 mandamentos?

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Pensando bem, esse lance de fazer listas de ‘bom comportamento’ no trato com as coisas – e, também, com as pessoas – que rolam por aí, parece que tentam substituir algo que está faltando em grande numero de pessoas...

O que parece pressupor que nunca teve... Pelo menos em parte de nós...

Afinal... Desaprendemos ou não sabíamos de fato?

Neste caso dos livros, nem entrarmos no mérito dos custos. É isso. Os livros não são tão baratos assim e quem compra é porque pensa em, além de ler, mantê-los por perto.

Como sabemos, quem gosta de ler normalmente gosta, e muito, dos livros. Aqui atrás tem duas estantes com algumas centenas deles... Assim como alguns aqui ao lado da tela do PC...

São uma excelente companhia... Mesmo quando assim, fechados... Silenciosos...

Esta lista com os 13 mandamentos do livro, ou a ‘ética do livro’ é uma delas, das tais listas...
 - 1. Se pegou emprestado, devolva, 
 - 2. Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue, 
- 3. Só pegue se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila, 
- 4. Se perdeu, compre outro e devolva, 
- 5. Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva, 
- 6. Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar o seu próximo exemplar, 
- 7. Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido, 
- 8. Não pegue sucessivamente livros empestados da mesma pessoa, sem devolver os anteriores, 
- 9. Não constranja pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental, 
- 10. Não empreste livros que pegou emprestado, 
- 11. Demorar pra devolver é o mesmo que não devolver, 
- 12. Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar, vulgo, roubar, 
- 13. Não misture com os seus livros.
Como pode ver, são situações simples e que podem entrar em nossa rotina, mas, com certeza, o outro, o dono do livro, está ‘ligado’ e tem uma relação diferente com ele, o seu livro emprestado.

Quem já emprestou sabe, conhece, muito bem a sensação.

Com informações de revistabula.

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quarta-feira

Pseudônimos... São mais comuns do que imagina a nossa vã filosofia... Ops! Nossa vã leção...

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Pseudônimo... É um belo recurso. Nós, entre aspas, usamos vários.

Surgiu assim... Não sei – sabemos? – bem o porquê...

Talvez o ‘freude’ explique melhor, mas, em comum com as justificativas apresentadas no texto abaixo, temos o fato de escrevermos ‘varias coisas’, ou sobre vários temas diferentes e embora não pareça necessário, quando vimos já estávamos em pleno uso, inclusive tomamos emprestado, a inspiração, para um deles de um famoso usador, o Fernando Pessoa...

     “Por que o uso de pseudônimos pelos escritores é tão comum

O pseudônimo e um recurso muito usado por escritores, seja para se aventurar por gêneros inesperados explorando outras facetas literárias ou de personalidade, como o Pessoa, por exemplo, que assumiu varias personalidades e ousando em muitos gêneros, embora, na realidade, estes sejam heterônimos ou ortônimos, que seriam “criaturas reais” e não meros nomes ou pseudônimos típicos.

O fato é que o pseudônimo é mais comum do que se imagina. No Brasil, por exemplo, há o registro de mais de dois mil pseudônimos, só de escritores nacionais.

Abaixo você encontra uma lista de alguns autores – nacionais e estrangeiras – que usaram do recurso. Confira!

Robert Galbraith é J.K. Rowling - Após o sucesso estrondoso da saga do bruxo Harry Potter, e do burburinho criado em cima de seu último romance "Morte Súbita", a escritora J.K. Rowling decidiu publicar uma história "sem exageros ou expectativa" com um pseudônimo. A persona não sobreviveu muito, graças a informações divulgadas por pessoas próximas de J.K. e um software que checou o estilo da escrita da autora. O romance policial "The Cuckoo's calling", agora, está entre os mais vendidos e deve chegar ao Brasil já levando o nome de J.K na capa.

O UOL aproveitou para relembrar outros pseudônimos (e heterônimos) famosos
Mary Westmacott é Agatha Christie - A escritora inglesa nasceu Mary Clarissa Miller, mas também foi Mary Westmacott em seis livros de diferentes épocas. Não se sabe exatamente a razão da criação desse pseudônimo, mas há indícios que esteja relacionado com um episódio misterioso de sua vida, quando ela desapareceu durante quase 15 dias, após saber da traição do marido. Essas publicações levam o nome de Mary na capa, mas sempre lembrando que a dama do mistério está por trás

Richard Bachman é Stephen King - Autor de "Fúria" e "A auto-estrada", Richard era uma persona criada pelo já famoso escritor de histórias de suspense Stephen King. Richard tinha inclusive um rosto (emprestado por um conhecido seu para dar mais credibilidade ao pseudônimo), tudo para convencer os leitores e o próprio autor de que ele estava vendendo livros por talento, e não por fama. Após "matar" Richard, o escritor ainda lançou dois manuscritos de sua antiga persona: "Os justiceiros" e "Blaze". Nas reedições, o nome de Stephen, claro, aparece maior do que Richard

Suzana Flag é Nelson Rodrigues - O escritor foi tachado muitas vezes de machista e misógino por relatar em seus contos e romances mulheres submissas ou com total falta de caráter. Ao escolher criar uma persona, porém, escolheu duas mulheres. O dramaturgo foi Myrna e Suzana Flag para assinar alguns folhetins publicados nos jornais de Assis Chateaubriand. Suzana, na verdade, foi seu heterônimo. A escrita com a assinatura dela era completamente diferente de suas histórias já conhecidas

Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis são Fernando Pessoa - O poeta português era, na verdade, vários. Seus heterônimos, até hoje famosos e objetos de estudo, são complexos e revelam a necessidade de Pessoa em assumir personalidades e ousar em muitos gêneros. Enquanto Alberto Caeiro escrevia poesias mais simples, mas com complexidade filosófica, Ricardo Reis ia pelo caminho clássico, sem esconder a influência grega

Anne Rampling é Anne Rice - Escritora americana de ficção um tanto gótica, como "Entrevista com Vampiro", Anne Rice já teve muitas fases. Recentemente, após sua volta ao catolicismo, publicou livros sobre a saga de Cristo. Já com o pseudônimo Anne Rampling e A. N. Roquelaure, publicou livros com tons mais eróticos, como "Berlinda" e "Exit to Eden", que foi base para o filme "O Amor É Grande uma Fantasia". Hoje, todo e qualquer livro de Anne vem com seu nome verdadeiro estampado na capa

John Lange é Michael Crichton - O autor que morreu em 2008 ainda é sinônimo de best seller. Livros seus como "Congo" e "Jurassic Park" venderam muitas cópias e renderam adaptações para o cinema. Seus primeiros livros, porém, foram escritos com o nome de John Lange, Jeffery Hudson e Michael Douglas

J.D. Robb é Nora Robbins - Uma das escritoras americanas que mais vendem livro, Nora Roberts tem fama também em seus pseudônimos, ela é J.D. Robb em livros como "In Death", Jill March, e no Reino Unido também é conhecida como Sarah Hardesty. Não importa, ela vende muito seja lá qual for o nome estampado na capa

Jenny Carroll é Meg Cabot - Meg se tornou uma das escritoras mais ricas e influentes entre leitores infantojuvenis, graças aos 10 volumes da série "Diário da Princesa", mas já escreveu outros romances, como "Code name Cassandra", sob o pseudônimo Jenny Carroll. O mais engraçado foi algumas edições do livro chamarem para o nome de Jenny, mas avisar: "da mesma autora de 'Diário de Princesa'"

Lemony Snicket é Daniel Handler - O escritor americano utilizava o codinome Lemony Snicket para suas pesquisas, mas resolveu transformar o nome em um pseudônimo e até em personagem indireto em seu livro mais famoso, "Desventuras em Série". Seus livros até hoje são vendidos com seu pseudônimo estampado na capa

Elizabeth Peters é Barbara Mertz - A escritora tem um monte de histórias com sua assinatura, mas preferiu criar heterônimos para expandir sua escrita. Assim, a americana escreveu thrillers góticos sob o nome de Barbara Michaels, e criou uma série de mistérios envolvendo a mitologia egípcia assinando como Elizabeth Peters

George Eliot é Mary Ann Evans - A escritora inglesa usou, ainda no século 19, seu pseudônimo masculino para escrever novelas como "Silas Marner" e "Middlemarch". A persona foi criada para que suas obras pudessem ser "levadas a sério"

Boas Noites, João das Regras, Victor de Paula e Dr. Semana são Machado de Assis - Antes de todos esses pseudônimos invadirem as prateleiras, o escritor Machado de Assis já usava personas para seus escritos. Nenhum virou livro, mas Boas Noites, Victor de Paula, João das Regras, Dr. Semana e até Platão serviram para assinar suas crônicas em jornais.

Outros pseudônimos famosos: George Orwell, Lewis Carroll, Malba Tahan, Stendhal, Mark Twain, Pablo Neruda, George Sand.

Veja mais aqui.

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segunda-feira

E aí...


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sábado

Atenção escrevinhadores! Seleção permanente de contos, poesias, crônicas... Se habilitem!

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Atenção escrevinhadores!

A zzzumbido é uma revista digital que publica contos, poesias, micro ficções, crônicas e obras mistas em gêneros e estilos.

A revista está aberta para a recepção de textos para publicação em suas próximas edições.

Os textos serão avaliados pelo conselho editorial da revista que seguirão critérios e/ou normas próprias, embora estas não sejam inflexíveis.

Confira, aqui.

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quarta-feira

Livros... O risco é real?

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Prêmios Literários Cidade de Manaus (#Brasil)


Confira os dados abaixo, é uma boa oportunidade para, como diz o ‘cartaz’, “Colocar a sua obra em evidência”.
Informações: 
a) Voltado a autores do Brasil 
b) Livros inéditos – diversos gêneros
Premiação/Inscrição: 
Prêmio em dinheiro 
Prazo: 28 de fevereiro de 2018
Organização: 
Prefeitura de Manaus 
Conselho Municipal de Cultura
Contato – Mais informações e dúvidas


Regulamento:

Edital Geral


Regras Específicas


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domingo

Livro x BBB (???)


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quinta-feira

Prêmio SESC de Literatura 2018 (#Brasil)

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Informações:

a) Voltado a autores residentes no Brasil
b) Livros Inéditos - Romances / Contos
c) Inscrição pela internet (conforme o Regulamento)

Premiação:

I) Publicação

Prazo: 16 de fevereiro de 2018

Organização:

SESC – Serviço Social do Comércio
Editora Record

Contato - Mais informações e Dúvidas:

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Quer aumentar a sua inteligência... Lendo? Veja estas sugestões maneiras

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O artigo não é novo, mas bem oportuno.

São algumas ideias sobre as vantagens na leitura de tal ou tal livro, ou gênero/estilo, que devem funcionar como mais um incentivo aos leitores, que em tempos de tantas redes sociais da vida, talvez precisem de mais motivos, de mais incentivos para encararem, ou continuarem a encarar, a maravilhosa ‘viagem’ que é a leitura em seu sentido natural, digamos assim.

Mas, não custa dar uma olhada, seja você um aficionado ou prescinda de estímulos extras, como aqueles que vacilam quanto ao uso do tempo entre o ‘livro’ e o ‘smart’, que parece vir se destacando como a bola da vez. Isso sem entrar nos méritos comparativos, é claro.

Já que, não há como fazer – ou comparar – com coisas até opostas, de tão diferentes em tudo, não é verdade?
Confira também: 
 - Livros incríveis que você pode ler em apenas um dia (ou menos) 
 - Apesar do fascínio dos ‘smarts’ nas crianças, dá para colocar o livro na brincadeira 
 - Dica de primeira veja lista dos 100 melhores livros da literatura mundial 
 - Clubes de leitura e uma excelente ideia. Se você gosta de ler; é tudo de bom
A ideia no artigo é apelar, no bom sentido, para a vantagem da leitura como fator de desenvolvimento da inteligência, sobretudo. Ou seja, torná-lo mais inteligente, logo mais apto em um sentido mais amplo.

Veja:

Ciências

A categoria não inclui apenas os livros científicos, mas todos aqueles que melhoram o nosso conhecimento sobre o mundo “natural”, como estudos sobre a sociedade, etc. O valor desses livros não vem das teorias que eles provam (ou questionam), mas do desenvolvimento da curiosidade que eles despertam, bem como os métodos de aprendizado. Os livros científicos podem ensinar a conduzir uma investigação, confiar na sua intuição e validar temas a partir de evidências.

Filosofia

Assim como a ciência, a filosofia cresce a partir do pensamento crítico. Ao contrário das ciências, que nos ajudam a entender o mundo exterior, a filosofia é voltada para dentro, facilitando o processo de entender a si mesmo. A filosofia vai melhorar o seu entendimento das necessidades e desejos humanos, além de aumentar o seu conhecimento sobre as principais prerrogativas do comportamento humano.

Ficções científicas

O fato de um livro não ser baseado em uma história real não diminui o seu valor de ensinamentos. Os melhores trabalhos de ficção contêm mais verdade que muitos outros gêneros literários, pois permitem ao seu leitor uma experiência com novas realidades. As ficções criam experiências que elevam o nível de consciência e lidam com questões como a filosofia, a psicologia e até mesmo a história. Lendo ficções você pode desenvolver a sua linguagem e se tornar um melhor escritor, pensador e orador.

História

A história pode parecer bastante entediante a princípio, como todos aqueles nomes e datas distantes. Contudo, a história pode ser bastante estimulante se discutida da maneira correta. Ao invés de longos textos explicativos, por exemplo, é possível encarar os fatos como grandes anedotas, cheia de personagens complexos e ideias inovadoras para a época. Aprendendo o passado você se torna mais capaz de interpretar os fatos do seu tempo e consegue reconhecer, inclusive, as heranças deixadas por outras épocas.

Poesia

A leitura de grandes poesias produz um sentimento de admiração e reverência com relação ao poder das palavras. Ela aguça suas competências linguísticas e ajuda a desenvolver a sua eloquência. Além disso, você desenvolve o seu vocabulário e compreende melhor o significado das palavras.

Com informações de UniversiaBrasil

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