domingo

Vale à pena lembrar, conferir, este ícone do livro, das letras...

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Hoje, há 84 anos, morria Chesterton, tradicional pensador católico, frasista incorrigível, um dos maiores escritores do século XX, e um humorista fora de série. Foi uma celebridade, dentro e fora da Inglaterra. Em toda uma longa e rica vida intelectual, produziu dezenas de livros, artigos, críticas, comentários nas mais diversas áreas. Enfrentou quase todos os gêneros literários, pois foi poeta, ensaísta, crítico, jornalista, historiador, romancista e conferencista. Pensador forte e audaz, era capaz de atrair às suas crenças incrédulos rebeldes e cultos.

Confira, sobretudo se, ainda, não conhece, se é chegado e se é sua área: Gilbert Keith Chesterton

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O sentimento de ‘vergonha nacional’ pega até na literatura


Clique na imagem para ampliar

Temos que admitir que a literatura como um todo por aqui não anda lá ‘estas brastemps todas’, sobretudo neste cenário radical dos smarts da vida, mas um fator adicional ajuda a pegar na coisa e a reduzir a curtição da nacional.

Com a ajuda inestimável da mídia e dos meios de comunicação como um todo, o enaltecimento da cultura internacional, notadamente a norte-americana, costuma dominar os corações e mentes por aqui.

Em que pese a nem sempre consistência e qualidade desse modelo, a cultura local como um todo – notadamente a literária – é relegada dentro de um cenário em que o complexo de vira-latas ou de vergonha de ser nacional é bem significativo, embora não passe de um preconceito, ou seja, é uma ideia sem qualquer base ou fundamento no real.

Só para registrar, a luta na busca por uma segunda nacionalidade é forte, embora dissimulada. Sei de casos ‘conseguidos’ em que estas passaram a ser, efetivamente, a primeira.

Veja acima o que diz o escritor Alberto Mussa sobre a literatura brasileira.

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quinta-feira

Os 100 melhores livros de todos os tempos

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Eu só li 21... [e você? ]

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terça-feira

A leitura, pelo visto, caiu do cavalo e depois do smartfone não sobrou nem mesmo a axilar

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Nem mesmo como uma forma de mostrar certa cultura ou erudição pelas ruas, com a velha leitura axilar, tão famosa, ou lendo assim ao vivo e a cores se tornou algo tão raro que a última vez em que vi uma moça lendo no coletivo, me contive para não parabenizá-la.

É claro, não tinha nada a ver, mas só ilustra o que senti na hora.
Esta imagem acima [gravura] mostra outro aspecto do livro como indicador de cultura e erudição, quando se mantinha livros ao alcance dos olhos, sobretudo das visitas para passar uma boa impressão.
Este recurso ainda existe. É o uso como recurso cenográfico, diríamos assim.

Basta observar algumas personalidades públicas que sempre se fazem fotografar – e entrevistar – diante de fartas estantes [não raro com um livro na mão], embora, observando melhor, constatamos que a grande maioria não passa de “coleções encadernadas”, ou seja, de objetos de decoração com objetivos claros.
E você, a quantas anda a sua leitura? Rendeu-se a axilar ou a cenográfica..., ou nem se lembra mais do último que passou por perto?

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sábado

UNICAMP inaugura biblioteca de obras raras

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Para quem gosta de livros, notadamente ‘os raros’, vai ser uma viagem passar para dar uma olhada.

É o meu caso de humilde [de poucos] colecionador de obras raras, notadamente primeiras edições. Edições estas garimpadas exaustivamente em périplos continuados pelos brechós e sebos da vida.

(...) Foi inaugurada nesta segunda-feira (9) a Biblioteca de Obras Raras "Fausto Castilho" (Bora), novo espaço do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) destinado à reunião e conservação de livros e diferentes obras antigas, raras e que pertenceram a grandes nomes da intelectualidade brasileira e internacional, como Antônio Cândido de Mello e Souza e Sérgio Buarque de Holanda. A cerimônia de lançamento do prédio contou com a presença de dirigentes da universidade e familiares e amigos de alguns dos nomes representados nas coleções especiais mantidas no local. (...).
 Se é o seu caso, um amante dos ‘raros’, é um prato cheio.

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quinta-feira

Revista faz chamada para publicação de textos e ilustrações

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Revista convida interessados em publicar seus trabalhos..., simples assim. É só se habilitar.

Confira:
Informações: 
a) Aberta a todos os interessados 
b) Seleção de textos e ilustrações
Prazo: 10 de março de 2020

Organização:

Revista SerEsta

    Contato - Mais informações e Dúvidas:

revistaseresta@gmail.com

    Regulamento:

https://revistaseresta.blogspot.com/p/edital-de-concurso.html

    Inscrição:

https://revistaseresta.blogspot.com/p/ficha-de-inscricao.html

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Bancas colaborativas ou um jeito de divulgar e vender o seu trabalho artístico/literário


A loja colaborativa é uma forma de gerenciar ou administrar um produto ou negócio com um mínimo de infraestrutura/capital, e que, também, se aplica aos livros e ou produções literárias e artísticas.

Um bom exemplo são as já conhecidas Banca Tatuí e Banca Curva em São Paulo, onde você pode divulgar/vender sua produção independente, seja um livro, produção artística, jornal, revista, zines, quadrinhos, ecobags etc.

Embora possam ser enquadradas na categoria de livrarias temáticas, as duas são especializadas e se dedicam apenas à produção independente.

Se você procurava uma forma de divulgar e vender seus trabalhos, suas produções independentes, estas podem ser boas opções.

Confira!

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quarta-feira

5.ª Edição do Prémio Literário UCCLA – Novos talentos e obras na Língua Portuguesa

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Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa
Estão a decorrer, até ao dia 31 de janeiro de 2020, as candidaturas à 5.ª edição do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa.
Informações: 
a) Aberto a todos os interessados 
b) Livros Inéditos (Romances, Novelas, Contos ou Poesias) 
c) Inscrição pela internet (conforme o Regulamento)
Premiação: Publicação da obra
Organização:
UCCLA
Editora A Bela e o Monstro – Câmara Municipal de Lisboa
Contato - Mais informações e Dúvidas:
info@abelaeomonstro.pt | uccla@uccla.pt

Confira:

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domingo

A crônica estaria com os dias contados? Sobre a arte de cronicar...

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Fazer crônica parece simples, não? E é!

É como conversar, contar histórias/estórias vistas, ouvidas por aí, notadamente em nossas andanças pelas ruas, pela cidade, pelos cantos onde as pessoas estão sendo, fazendo e contado coisas.

Embora sem querer implicar e já implicando, em tempos de reinado absoluto dos smartsfones, se você é da turma, não vai ter a oportunidade de olhar/observar o cotidiano em volta e assim poder “contar” depois.

Já que ela é um típico produto da atenção, do olhar.

Veja o que diz o Machado sobre a arte de cronicar.
Como fazer crônicas, segundo Machado de Assis
A crônica é um gênero que transita entre o literário e o jornalismo, que surgiu em fins do século XVIII, embora há quem considere a própria Carta de Achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, como um exemplo de crônica.

Machado de Assis é um de seus maiores expoentes, cujas crônicas, ainda hoje, refletem muito do nosso cotidiano, não como cenário, mas, como comportamento urbano. Neste excerto da crônica: O ofício do cronista, ele dá as dicas necessárias para quem pretende se aventurar.

(...) Que ele há de levar umas férias para nós outros, beneditinos da história mínima e cavouqueiros da expressão oportuna. Vivemos seis dias a espreitar os sucessos da rua, a ouvir e palpar o sentimento da cidade, para os denunciar, aplaudir ou patear, conforme o nosso humor ou a nossa opinião, e quando nos sentarmos a escrever estas folhas volantes, não o fazemos sem a certeza (ou a esperança!) de que há muitos olhos em cima de nós. Cumpre ter idéias, em primeiro lugar; em segundo lugar expô-las com acerto; vesti-las, ordená-las, e apresentá-las à expectação pública. A observação há de ser exata, a facécia pertinente e leve; uns tons mais carrancudos, de longe em longe, uma mistura de Geronte e de Scapin, um guisado de moral doméstica e solturas da Rua do Ouvidor.

Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994

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quarta-feira

Quem é o escrevinhador?

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Era um francês por adoção, aficionado por Paris e apesar do tempo, continua a ser considerado uma lenda.

Quem o conhece sabe que além de escrever, participou das duas grandes guerras mundiais, sobreviveu a dois acidentes de avião, viu os seus livros serem queimados pelos nazistas, além do detalhe de um Premio Nobel da Literatura.

Mais pistas: Escreveu “Paris é uma Festa”, “Por Quem os Sinos Dobram” e, ainda, “Adeus Às Armas”.

Como muitos escritores, ele era apaixonado por gatos e tinha “um monte deles”. Convivia normalmente com 25 em casa.

Então, sacou, não? É o Ernest Hemingway.

Veja mais sobre ele, inclusive dicas suas para o mètier: Hemingway

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sábado

Ainda dá tempo: 12ª edição do Prêmio São Paulo de Literatura

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É isso, se tá pronto, é só inscrever...

Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado abriu inscrições para o Prêmio São Paulo de Literatura, uma das mais conceituadas premiações do gênero no país. Serão contemplados um autor pela categoria “Melhor Romance de Ficção do Ano de 2018” e um como “Melhor Romance de Ficção de Estreia do Ano de 2018”. Cada ganhador receberá o prêmio de R$ 200 mil.

Veja mais, aqui.

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quarta-feira

Veja estas regras ou dicas bem interessantes sobre a leitura. Quem diz é o Bill Gates

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São sugestões de um carinha que, em que pese tanta inovação tecnológica na área do conhecimento, ou do que se pretende continuar considerando conhecimento, tudo indica que continua sem páreo, ou seja, a leitura, sobretudo de livros físicos como se diz [em contraposição aos e-books].
Dê uma conferida: A relação da leitura com a memória ou por que você deve ler mais, mesmo
Ele afirma ler algo em torno de 50 livros por ano, ou um livro por semana, o que há de convir que em tempos de tantas tecnologias a disposição é um grande feito.

Confira:
1. Use as margens para tomar notas 
“Particularmente, se for um livro de não-ficção, você está aprendendo coisas novas e acrescentando-as ao conhecimento que você já tem? Para mim, fazer anotações me dá certeza de que eu realmente estou me concentrando sobre o que está lá”. 
2. Conclua tudo que você inicia 
Gates usa como exemplo o livro "Infinite Jest", de David Foster Wallace, que possui mais de mil páginas, como uma forma de estar comprometido. "É um livro um tanto longo e complicado e eu não quero abrir uma exceção. É minha regra ir até o fim”. 
3. Escolha a sua plataforma preferida - impressa ou digital 
Gates, ao lado de Paul Allen, e toda uma equipe, revolucionou a computação pessoal. Mas o cofundador da Microsoft prefere livros físicos do que e-books para avançar sua lista - pelo menos, por enquanto. “Com o tempo, eu farei a troca. Mas eu estou acostumado [ a livros físicos] e é ridículo, eu tenho esta sacola cheia de livros que me acompanha em viagens e é tão volumosa e antiquada”, brinca. 
4. Dedique uma hora para o seu hábito 
“Você vai querer sentar por uma hora por vez, porque caso contrário sua mente vai vagar, ‘ok, o que eu estava lendo? Não é o tipo de coisa que você pode fazer cinco minutos aqui e outros 10 ali”.
Sabe quem as sugere? Bill Gates. É isso, é um dos caras suprassumo da inovação tecnológica [Microsoft], que considera o livro como fonte imbatível na busca e aquisição do conhecimento, para ficar só neste item.

Com informações em  itmídia

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domingo

Se depois de ler este artigo você ainda quiser ser escritor... Boa sorte!

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A revista The Economist publicou recentemente um artigo sobre a vida real dos escritores atuais, suas necessidades de adaptação aos novos tempos do mercado e das Redes Sociais & Cia e a perda definitiva daquela aura do passado que hoje só existe nos romances.

Se depois de ler o dito cujo e ainda quiser ser um escritor... Você deve ter sido feito para o métier, mesmo!

Dê uma olhada, aqui.

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quinta-feira

E aí, a quantas anda a sua relação com os livros?

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(...)
V - Faça do livro um objeto pessoal, um objeto íntimo. Escreva nele; assinale as frases marcantes, as passagens que o emocionam. Também é importante criticar o autor, apontar falhas e inverossimilhanças. Anote telefones e endereços de pessoas proibidas, faça cálculos nas inúteis páginas finais. O livro é o mais interativo dos objetos. Você pode avançar e recuar, folheando, com mais comodidade e rapidez que mexendo em teclados ou cursores de tela. O livro vai com você ao banheiro e à cama. Vai com você de metrô, de ônibus, e de táxi. Vai com você para outros países. Há apenas duas regras básicas: use lápis; e não empreste.
(...)

Então, a quantas anda a sua relação com os livros?

Nestes tempos bicudos, o novo concorrente é páreo duro e conquistou em um piscar de olhos bilhões de corações e mentes mundo afora.

E o seu, já capitulou de vez, ou ainda tem um cantinho para o velho companheiro de guerra, o livro?

Veja em, Decálogo do Leitor, o ‘resto’ deste artigo do Alberto Mussa.

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segunda-feira

'Novas tecnologias...'

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sexta-feira

Escrever à máquina não era tão ruim como é com o teclado

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Pelo visto escrever à máquina não fazia tanto mal assim ao processo criativo no passado, como aqueles provocados hoje pelos teclados. Pelo menos é o que afirmam estudos recentes.

Talvez o excesso de recursos ou a velocidade implícita que traz, turbinada pela tela do PC que pode entrar numa de acelerar as ‘coisas... ’, mas o fato é que dentre os maiores escritores e obras primas da literatura universal muitas delas saírem do simples teclados de uma máquina ‘rudimentar’.
Confira: 
 - Escrever à mão é melhor do que digitar, o seu cérebro agradece 
 - Caneta ou a extensão da mão de todo escrevinhador. Conheça sua História
Apesar de já usar o teclado há muitos anos e de ter escrevinhado um sem numero de textos, ainda hoje apanho do teclado. Tenho o hábito de imprimir uma velocidade, ‘das ideias’, que não condiz com minha habilidade o que me leva a amontoar as palavras, quando não raro eu chego a perder trechos por não conseguir decodificar algo legível ou racional no amontoado de letras que fica no final.

Com certeza não devo ser o único e o que acontece é que nossos textos podem acabar perdendo.

Logo, hoje a recomendação é que se escreva à mão. Veja aqui. É isso, lápis/caneta e papel. Papel, o convencional. Conforme afirmam, só se tem a ganhar em qualidade do texto, já que o recurso potencializa o processo criativo e a sua qualidade final.

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terça-feira

Uma capa de feltro para seu livro ou caderno

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Para quem gosta de ler ‘na rua’ ou usar um caderno ou agenda para anotações variadas, sobretudo os escrevinhadores, que não podem ‘perder’ a mais furtiva ou fugaz das inspirações que pode rolar enquanto estão ‘na rua’, esta pode ser uma boa e criativa ideia.

É bem simples e fácil de fazer . No caso do livro, a ideia é fazer de um tamanho básico que possa acomodar a grande maioria dos livros, já os cadernos, como têm um tamanho padrão fica mais fácil.

Além do modelo sugerido no artigo, você pode fazer variações em torno da mesma ideia.

Clique aqui e confira o passo a passo.

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sexta-feira

Assédio ‘leitural’ via carta/e-mail


Buenos dias...

Achei este artigo, não sei se é seu caso, mas, pelo visto dá uma força a quem anda pretendendo aumentar a leitura.

Dê uma olhada, pode ser útil. Aliás, caso esteja, mesmo, pretendendo...

Dizem que os smarts vêm comendo o livro pelas beiradas... Daí o propósito de endossar a resistência (brincadeira).

Clique aqui e confira. Vale à pena!

       Obs. Cópia de um e-mail a uma amiga ‘das Gerais...’

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