sábado

Experimento prova que julgamos os livros pelas capas. Tem saída?

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Aliás, não só os livros. É público e notório que ‘a capa’ em qualquer situação costuma fazer a diferença, inclusive, sobretudo, em nossas relações pessoais.

Mas, voltando aos livros, para fugir do velho, e manjado, clichê, a saída é fazer o de praxe: leia alguma ‘coisa’ que saiu na mídia especializada sobre o dito cujo, e em contato com ele dê uma olhada ‘nas orelhas’, uma passada de olhos no prefácio, pince alguns pontos ao longo dele e dê uma sacada rápida... 

Daí terá mais chances de saber o que está, efetivamente, comprando (além da ‘capa’, é claro!). 

Este experimento foi feito nos EUA, mas, pelo menos em tese, não deve ter diferenças significativas em outros lugares.
Experimento prova que julgamos os livros pelas capas.
Você provavelmente já ouviu falar de Cinquenta Tons de Cinza, o romance erótico que virou um tremendo sucesso do dia para a noite.

Apesar de tanta gente ler (e gostar) do livro, nem todos os críticos ficaram impressionados com a qualidade da sua escrita. Ainda assim, é um declarado best-seller que conseguiu arrastar outras literaturas eróticas ao topo com ele.

Brian Brushwood e Justin Young, anfitriões do NSFW Podcast, notaram essa tendência enquanto Brian estava tentando vender seu livro sobre truques de mágica, “Scam School Book 2: Fire”. 

Olhando para o gráfico do iTunes, eles perceberam que o top 10 de livros mais vendidos era formado inteiramente por ficção erótica. 

A primeira coisa que pensaram? “Nós poderíamos fazer isso”. E é assim que um experimento inteligente começou. 

Eles pediram para seus ouvintes enviá-los capítulos do livro, com um personagem principal e muitas cenas de sexo mal escritas. Então, o eles reuniram os capítulos, criaram uma capa muito parecida com a de Cinquenta Tons de Cinza, atribuíram o livro a uma escritora ficcional (Patricia Harkins-Bradley), e o postaram no iTunes por 0.99 dólares (cerca de R$ 2).

Eles pediram a seus leitores para comprá-lo, e assim empurrá-lo um pouco nos gráficos, e aguardaram. Intitulado “The Diamond Club” (O clube do diamante, em português), o livro completamente escrito pela internet com um roteiro bagunçado e incoerente subiu para a 4ª posição de mais vendido no iTunes.

Por quê? Porque tinha uma capa inspirada em Cinquenta Tons de Cinza, personagens com trabalhos característicos que podem ser considerados “na moda”, como designer de cupcake, blogger, etc, e muito, mas muito sexo.

Isso é o suficiente para transformar um livro em um best-seller? Sim. Mesmo com as opiniões ruins de quem realmente leu o livro, só porque ele se parecia com qualquer outro romance erótico, vendeu como bala. Alegadamente, a dupla já ganhou mais de $20.000 (cerca de R$ 40 mil) com o romance.

Esta não é a primeira vez que algo do tipo aconteceu. Em 1969, 24 jornalistas escreveram um romance (Naked Came the Stranger) cheio de sexo com uma trama incoerente, má escrita, diálogo sem sentido e mais um pouco de sexo, só para provar o quão profundo a cultura literária americana tinha afundado. E nem precisou que a internet os ajudasse: o livro também se tornou um best-seller
[OddityCentral]


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quarta-feira

Campanha sobre o dia do bibliotecário premia o melhor post. Ainda dá tempo!

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 O interior de uma biblioteca na Antiguidade -Alexandria - com pergaminhos
Apesar do tempo curto, ainda dá pra participar. Veja abaixo!

"O Sistema Integrado de Bibliotecas (Sibi) da USP está promovendo a campanha #EuNaBiblioteca @sibiusp​, como uma forma de destacar a importância das bibliotecas e dos bibliotecários para as pessoas e para a sociedade. A campanha tem como objetivo premiar o autor do post que tiver mais curtidas, uma cortesia do ITMS Group.

A Campanha está no ar e termina às 23h59 do dia 12 de março, uma homenagem ao Dia do Bibliotecário. Para concorrer ao prêmio surpresa, os posts devem mencionar, além da hashtag #EuNaBiblioteca, o perfil do Facebook @sibiusp. Aproveite para curtir a fanpage do Sibi.

A postagem pode ser feita por qualquer pessoa (inclusive os bibliotecários) e a ideia é tirar uma selfie (a própria pessoa aparece na foto) em uma biblioteca, que pode ser a biblioteca do seu bairro, da sua cidade, da sua faculdade, escola, na sua casa, etc. O prêmio surpresa será entregue no dia 14 de março de 2017, durante o evento do Dia do Bibliotecário 2017. Mais informações no site do Sibi.

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Concurso internacional de Redação de Cartas. É, de cartas!

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Como pode ver no anúncio, o tema é bem sugestivo e temas/problemas para inspirá-la (o) não vai faltar.

O prazo para entrega não é longo, logo, é bom começar a elaborar a sua, carta, digo, sugestão de solução de um problema mundial grave.

Vejamos o tema: “Imagine que você é um assessor do novo secretário-geral da ONU, António Guterres. Qual é o problema mundial que você o ajudaria a resolver em primeiro lugar e de que forma você o aconselharia para isso?”.

A mídia está cheia de ‘temas’ o lance agora é com você e sua criatividade.

Só pra lembrar. O limite de idade para participação é de estudantes com até 15 anos, logo, se não é o seu caso, pode passar pra frente, tipo irmãos, filhos, colegas, conhecidos, parentes e aderentes.

Se é professor então!

Entrega nos Correios, é claro! Co-autor e promotor do evento.

Veja aqui, ONUBr, os detalhes da promoção.

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segunda-feira

O que, de fato, acontece quando sentimos sono ao ler

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Há quem diga que o “culpado” poderia ser o próprio livro, mas, pelo visto ele é ‘inocente’.

Como vai ver abaixo, alguns ‘hábitos’ – não o de ler, é claro – podem induzir ao sono. 

Dê uma olhada.
"Ler dá sono?
Algumas pessoas afirmam categoricamente que ler dá sono. Todavia, essa questão está mais relacionada com o organismo e o meio do que propriamente com a leitura.

Muitas vezes, ao ler um livro, sentimos aquela sensação de sono incontrolável. Entretanto, será que o hábito de ler realmente é responsável por desencadear o sono?

Quando ficamos muito tempo acordados, nosso corpo começa a acumular adenosina no cérebro, uma substância capaz de inibir o nosso estado de vigília. O acúmulo de adenosina leva àquela vontade irresistível de dormir. Se você optar por realizar leitura à noite, por exemplo, seu corpo terá acumulado uma grande quantidade dessa substância e, consequentemente, você começará a dar breves cochilos.

Outro ponto relacionado com o sono é a produção de melatonina, uma substância produzida pela glândula pineal a partir da serotonina. A secreção de melatonina inicia-se normalmente à noite, mais ou menos duas horas antes do horário que uma pessoa está acostumada a dormir. Essa produção está diretamente relacionada com a baixa luminosidade, sendo assim, quanto mais escuro o ambiente estiver, maior será a sua síntese.

Como a melatonina é influenciada pela iluminação, se uma pessoa ler um livro em ambientes com pouca luz ficará sonolenta. É importante destacar que livros digitais, que são lidos em tablets, smartphones e computadores, não causam a mesma sensação de sono que os livros impressos, uma vez que emitem luz, o que impede a produção de melatonina.

Dessa forma, podemos concluir que não é o livro que causa sono, e sim o estado de cada pessoa e o ambiente e horário em que se inicia a leitura. Portanto, para evitar sonolência, opte por ler durante o dia e em ambientes com iluminação adequada.

Veja a seguir mais algumas dicas para evitar o sono durante a leitura:
- Evite ler deitado na cama ou sofá, pois isso pode causar um relaxamento dos músculos e levar à sonolência;
- Mantenha uma postura adequada durante a leitura;
- Ao sentir que está com sono, levante-se e, posteriormente, volte à leitura. Lavar o rosto pode ser uma boa saída;
- Procure ler temas que lhe deem prazer e estimulem seu gosto pela leitura.
        Curiosidade: Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, demonstrou que a leitura de livros digitais durante a noite influencia na qualidade do sono, desencadeando sono menos profundo e cansaço ao amanhecer. Sendo assim, o uso de equipamentos eletrônicos deve ser evitado, principalmente entre os adolescentes que apresentam dificuldade para acordar pela manhã.

Publicado por: Vanessa Sardinha dos Santos em Redação

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