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domingo

O sentimento de ‘vergonha nacional’ pega até na literatura


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Temos que admitir que a literatura como um todo por aqui não anda lá ‘estas brastemps todas’, sobretudo neste cenário radical dos smarts da vida, mas um fator adicional ajuda a pegar na coisa e a reduzir a curtição da nacional.

Com a ajuda inestimável da mídia e dos meios de comunicação como um todo, o enaltecimento da cultura internacional, notadamente a norte-americana, costuma dominar os corações e mentes por aqui.

Em que pese a nem sempre consistência e qualidade desse modelo, a cultura local como um todo – notadamente a literária – é relegada dentro de um cenário em que o complexo de vira-latas ou de vergonha de ser nacional é bem significativo, embora não passe de um preconceito, ou seja, é uma ideia sem qualquer base ou fundamento no real.

Só para registrar, a luta na busca por uma segunda nacionalidade é forte, embora dissimulada. Sei de casos ‘conseguidos’ em que estas passaram a ser, efetivamente, a primeira.

Veja acima o que diz o escritor Alberto Mussa sobre a literatura brasileira.

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sexta-feira

Assédio ‘leitural’ via carta/e-mail


Buenos dias...

Achei este artigo, não sei se é seu caso, mas, pelo visto dá uma força a quem anda pretendendo aumentar a leitura.

Dê uma olhada, pode ser útil. Aliás, caso esteja, mesmo, pretendendo...

Dizem que os smarts vêm comendo o livro pelas beiradas... Daí o propósito de endossar a resistência (brincadeira).

Clique aqui e confira. Vale à pena!

       Obs. Cópia de um e-mail a uma amiga ‘das Gerais...’

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sábado

O fim dos livros. A pergunta que não tem – terá? – respostas

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É na verdade uma resposta a pergunta feita a um personagem em 1894. É isso, o que esperava o livro naqueles idos tempos. Publicado à época por Octave Uzanne.

É um cenário bem surreal que poderia muito bem ser ‘respondido’ nos dias de hoje, quando uma parafernália eletrônica tenta aposentar o livro que vem desafiando a tudo e a todos e com boas perspectivas de continuar desafiando os anos e os séculos à fora.
Vale á pena dar uma conferida. Você vai ler de uma só sentada, tanto porque é interessante e divertido quanto pelo seu tamanho.

Confira também, aqui, o porquê de sua longa sobrevivência.

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domingo

Acredite! A seleção das seleções: os 36 melhores livros. Confira!

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Como disse o Oscar Wilde: "Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe." Um bom livro pode adicionar um significado especial ao cotidiano.
É uma seleção de clássicos, alguns polêmicos e outros visionários e foi feita com base no livro "1.001 Livros para Ler Antes de Morrer", organizado por Peter Boxall e elaborado por críticos literários, escritores e jornalistas de todo o mundo.
Confira aqueles que ‘ainda’ faltam em sua lista.
Graciliano Ramos
Vidas Secas
Machado de Assis
Dom Casmurro
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Mário de Andrade
Macunaíma
Clarice Lispector
A Hora da Estrela
Aluísio Azevedo
O Cortiço
Manuel Antônio de Almeida
Memórias de um Sargento de Milícias
Leia também:

    - Quem lê mais vive mais. Dizem pesquisas. E, só, basta meia hora por dia 
    - Ler nos torna mais felizes além do prazer em si que a leitura proporciona, diz pesquisa 
José Lins do Rego
Menino de Engenho
Guimarães Rosa
Sagarana
Isaac Asimov
Eu, robô
J. D. Salinger
O Apanhador no Campo de Centeio
Gabriel García Márquez
Cem Anos de Solidão
Emily Brontë
O Morro dos Ventos Uivantes
Vladimir Nabokov
Lolita
Ernest Hemingway
O Velho e o Mar
Oscar Wilde
O Retrato de Dorian Gray
Umberto Eco
O Nome da Rosa
Hermann Hesse
Sidarta
Franz Kafka
O Processo
Jane Austen
Orgulho e Preconceito
Jonathan Swift
As Viagens de Gulliver
Mary Shelley
Frankenstein
James Joyce
Ulisses
Peter Boxall
1001 Livros para Ler Antes de Morrer
Milan Kundera
A Insustentável Leveza do Ser
Aldous Huxley
Admirável Mundo Novo
José Saramago
Ensaio Sobre a Cegueira
Fernando Pessoa
Mensagem
Stephen Hawking
O Universo Numa Casca de Noz
Sartre
O Ser e O Nada
Platão
A República
Charles Darwin
A Origem das Espécies
Jean Jacques Rousseau
O Contrato Social
Dante Alighieri
A Divina Comédia
Max Weber
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo
Sigmund Freud
A Interpretação dos Sonhos


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E aí, quantos desta ‘listinha’ você já andou lendo?


*Cá pra nóis... Eu já li 20... É isso, vinte. 

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sexta-feira

Dica de primeira. Veja a lista dos 100 melhores livros da literatura mundial

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Ler já é um processo bom demais – processo, não... Uma ‘curtição’ maravilhosa – independente até da qualidade do que anda lendo, sobretudo nestes “tempos bicudos” quando as pessoas se “viciaram” em ficar o tempo todo ‘passando o dedo’ no visor daquele negócio... Os tais smarts e celulares...

Vendo sabe-se lá o que...

Entretanto, se você quiser uma pistazinha para orientar suas leituras, veja abaixo a lista dos considerados maiores da literatura universal... É só escolher! Em qualquer biblioteca você os encontra.

Confira!

         "Os 100 livros essenciais da literatura mundial

Saiba o que é importante ler, de Homero a Machado de Assis, para entender a história da literatura.

Jorge Luis Borges imaginou certa vez uma biblioteca que contivesse todos os livros do mundo - não apenas os existentes, mas também todos os possíveis. Mais: um único volume desse acervo fantástico ofereceria a chave de compreensão de todos os outros, permitindo que decifrássemos, afinal, o que somos. O texto, A Biblioteca de Babel, foi publicado no Brasil no livro Ficções, uma das 100 obras presentes na lista de 100 livros essenciais da literatura mundial. Esta lista, naturalmente, é mais modesta que o volume imaginado pelo escritor argentino, mas não deixa de ser ambiciosa na sua abrangência. 

Para fazer a seleção, nos baseamos, sobretudo, nos estudos do crítico americano Harold Bloom, autor de O Cânone Ocidental e Gênio, além de rankings anteriores, como os da revista Time e da Modern Library, selo tradicional da editora americana Random House. No entanto, a decisão final coube à redação da revista BRAVO! E aos colaboradores especialmente convidados para este trabalho.

Uma lista tão reduzida como esta, diante de uma produção tão vasta, implicou escolhas difíceis já na seleção dos livros. Como conciliar a importância histórica com o apreço pessoal? Não há ciência que possa responder a questões como essa - nem é nossa intenção. A lista que aqui apresentamos tem por objetivo estimular os leitores a fazer as suas próprias. A partir dessas infinitas listas, que contam infinitas histórias pessoais, quem sabe não nos aproximamos um pouco mais, como imaginou Borges, de entender o que somos. (Texto 
Almir de Freitas)

Confira:

 - Ilíada, de Homero

 - Odisseia, de Homero

 - Hamlet, de William Shakespeare

 - O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes

 - A Divina Comédia, de Dante Alighieri

 - Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust

 - Ulisses, de James Joyce

 - Guerra e Paz, de Leon Tosltói

 - Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski

 - Os Ensaios, de Michel de Montaigne

 - Édipo Rei, de Sófocles

 - Otelo, de William Shakespeare

 - Madame Bovary, de Gustave Flaubert

 - Fausto, de Johann Wolfgang von Goethe

 - O Processo, de Franz Kafka

 - Doutor Fausto, de Thomas Mann

 - As Flores do Mal, de Charles Baudelaire

 - O Som e a Fúria, de William Faulkner

 - A Terra Desolada, de T. S. Eliot

 - Teogonia, de Hesíodo

 - Metamorfoses, de Ovídio

 - O Vermelho e o Negro, de Stendhal

 - O Grande Gatsby, de Francis Scott Fitzgerald

 - Uma Temporada no Inferno, de Arthur Rimbaud

 - Os Miseráveis, de Victor Hugo

 - O Estrangeiro, de Albert Camus

 - Medeia, de Eurípides

 - Eneida, de Virgílio

 - Noite de Reis, de William Shakespeare

 - Adeus às Armas, de Ernest Hemingway

 - O Coração das Trevas, de Joseph Conrad

 - Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

 - Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf

 - Moby Dick, de Herman Melville

 - Histórias Extraordinárias, de Edgar Allan Poe

 - A Comédia Humana, de Honoré de Balzac

 - Grandes Esperanças, de Charles Dickens

 - O Homem sem Qualidades, de Robert Musil

 - As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift

 - Finnegans Wake, de James Joyce

 - Os Lusíadas, de Luís de Camões

 - Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas

 - Retrato de uma Senhora, de Henry James

 - Decamerão, de Giovanni Boccaccio

 - Esperando Godot, de Samuel Beckett

 - 1984, de George Orwell

 - A Vida de Galileu, de Bertolt Brecht

 - Os Cantos de Maldoror, de Lautréamont

 - A Tarde de um Fauno, de Stéphane Mallarmé

 - Lolita, de Vladimir Nabokov

 - Tartufo, de Molière

 - As Três Irmãs, de Anton Tchekhov

 - O Livro das Mil e Uma Noites

 - O Burlador de Sevilha, de Tirso de Molina

 - Mensagem, de Fernando Pessoa

 - Paraíso Perdido, de John Milton

 - Robinson Crusoé, de Daniel Defoe

 - Os Moedeiros Falsos, de André Gide

 - Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

 - O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

 - Seis Personagens à Procura de um Autor, de Luigi Pirandello

 - As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll

 - A Náusea, de Jean-Paul Sartre

 - A Consciência de Zeno, de Italo Svevo

 - Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene Gladstone ONeill

 - A Condição Humana, de André Malraux

 - Os Cantos, de Ezra Pund

 - Canções da Inocência-Canções da Experiência, de William Blake

 - Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams

 - Ficções, de Jorge Luis Borges

 - O Rinoceronte, de Eugène Ionesco

 - A Morte de Virgílio, de Hermann Broch

 - Folhas de Relva, de Walt Whitman

 - O Deseros dos Tártaros, de Dino Buzzati

 - Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

 - Viagem ao Fim da Noite, de Louis-Ferdinand Céline

 - A Ilustre Casa de Ramires, de Eça de Queirós

 - O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar

 - As Vinhas da Ira, de John Steinbeck

 - Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar

 - O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger

 - As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain

 - Contos – Hans Christian Andersen

 - O Leopardo, de Tomasi di Lampedusa

 - A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Tristram Shandy, de Laurence Sterne

 - Uma Passagem para a Índia, de Edward Morgan Forster

 - Orgulho e Preconceito, de Jane Austen

 - Trópico de Câncer, de Henry Miller

 - Pais e Filhos, de Ivan Turguêniev

 - O Náufrago, de Thomas Bernhard

 - A Epopeia de Gilgamesh

 - O Mahabharata

 - As Cidades Invisíveis, de Italo Calvino

 - Oh The Road, de Jack Kerouac

 - O Lobo da Estepe, de Herman Hesse

 - O Complexo de Portnoy, de Philip Roth

 - Reparação, de Ian McEwan

 - Desonra, de J. M. Coetzee

 - As Irmãs Makioka, de Junichiro Tanizaki

 - Pedro Páramo, de Juan Rulfo

Em educarparacrescer

E aí, quais – e quantos – deles você já leu?

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