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sábado

Sete boas dicas de Hemingway para escrever ficção

Seja breve.

É a última, a sétima delas.

Se é sua praia pode encontrar dicas adicionais ou se é seu plano, ou mesmo por curiosidade..., dê uma olhada.

Hemingway desprezava os escritores que, como ele dizia, “nunca aprenderam a dizer não a uma máquina de escrever”. Em uma carta de 1945 para seu editor, Maxwell Perkins, Hemingway escreve: Não é por acaso que o discurso de Gettysburg foi tão curto. As leis da prosa são tão imutáveis quanto as do voo, da matemática ou da física.

Ganhador do prêmio Pulitzer de Ficção e do prêmio Nobel de Literatura, Ernest Hemingway é considerado um dos escritores mais importantes do século 20. “Por Quem os Sinos Dobram”, inspirado em sua experiência como correspondente de guerra, e publicado em 1940, é considerado sua obra-prima. Hemingway nunca escreveu um tratado sobre a arte de escrever ficção.

Vamos nessa...

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quarta-feira

Texto, do latim, “textum”, tecido. E aí a quanta anda sua habilidade como artesão das palavras


(...) A palavra “texto” vem do latim “textum”, que significa “tecido” ou “entrelaçamento”. À maneira de um bordado, a redação não sairá boa se a sua estrutura não for previamente esboçada – ao menos mentalmente. (...)

E aí, você se considera um bom tecelão?

Ao que tudo indica, além de gostar e de querer fazer um bom ‘tecido’ com as ideias e palavras, alguns hábitos ou práticas cotidianas são importantes, senão indispensáveis para chegarmos a um bom resultado. 

Ao contrário do que pode parecer é bem simples, nada que não posamos dar um trato e chegar a excelência da redação.

Dê uma conferida. in Exame Abril

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Ao contrário do mais comum, o JL. Borges fala o que evitar e não o que fazer na escrevinhação

Existe uma ideia antiga segundo a qual o escritor nasce..., é isso, já nasceria com o dom e a coisa só fluiria naturalmente.

Se era assim no passado, pelo visto as coisas mudaram, pois ao que tudo indica o escrevinhador tem tudo a ver com um trabalho duro no aperfeiçoamento e traquejo do tal ofício.

O que bem tem por aí são dicas mil para facilitar o uso e familiaridade não só com as ideias/inspiração, assim como no uso mais apropriado do vernáculo para cair nas boas graças dos eventuais leitores. O que temos que admitir cada vez mais raros, logo, o traquejo no trato é uma boa ideia.

Fora disso o escrevinhamento não vai passar de uma atividade bem pessoal, como um diário íntimo, ou seja, só procê.

Veja essas ideias do J.L.Borges sobre uns lances que não devem ser feitos, pois assim a coisa pode ficar mais fácil, aspas [ou não...].

Confira abaixo.

Na literatura é preciso evitar:

1. As interpretações demasiado inconformistas de obras ou de personagens famosos. Por exemplo, descrever a misoginia de Don Juan, etc.

2. As comparações de personagens grosseiramente diferentes ou contraditórios, como, por exemplo, Don Quixote e Sancho Pança, Sherlock Holmes e Watson.

3. O costume de caracterizar os personagens por suas manias, como faz, por exemplo, Dickens.

 4. No desenvolvimento da trama, o recurso a jogos extravagantes com o tempo ou com o espaço, como fazem Faulkiner, Borges e Bioy Casares.

5. Em poesias, situações ou personagens com os quais possam o leitor se identificar.

6. Os personagens suscetíveis de converter-se em mitos.

7. As frases, as cenas intencionalmente ligadas a determinado lugar ou a determinada época; ou seja, ao ambiente local.

8. A enumeração caótica.

9. As metáforas em geral, e em particular as metáforas visuais. Mais concretamente ainda, as metáforas agrícolas, navais ou bancárias. Exemplo absolutamente desaconselháveis: Proust.

10. O antropomorfismo.

11. A construção de novelas cuja trama ou argumento remete a outro livro. Por exemplo, em Ulisses de Joyce e a Odisseia de Homero. 

12. Escrever livros que pareçam menus, álbuns, itinerários ou concertos.

13. Todo aquele que pode ser ilustrado. Todo o que pode sugerir a ideia de ser convertido em filme.

14. Nos ensaios críticos, toda referência histórica ou biográfica. Evitar sempre as alusões a personalidades ou à vida privada dos autores estudados. Sobretudo, evitar a psicoanálise. 

15. As cenas domésticas nas novelas policialescas; as cenas dramáticas nos diálogos filosóficos. E, finalmente. 

16. Evitar a vaidade, a modéstia, a pederastia, a ausência da pederastia, o suicídio.

         Jorge Francisco Isidoro Luís Borges Azevedo (1899 — 1986) escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino. 

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domingo

A crônica estaria com os dias contados? Sobre a arte de cronicar...

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Fazer crônica parece simples, não? E é!

É como conversar, contar histórias/estórias vistas, ouvidas por aí, notadamente em nossas andanças pelas ruas, pela cidade, pelos cantos onde as pessoas estão sendo, fazendo e contado coisas.

Embora sem querer implicar e já implicando, em tempos de reinado absoluto dos smartsfones, se você é da turma, não vai ter a oportunidade de olhar/observar o cotidiano em volta e assim poder “contar” depois.

Já que ela é um típico produto da atenção, do olhar.

Veja o que diz o Machado sobre a arte de cronicar.
Como fazer crônicas, segundo Machado de Assis
A crônica é um gênero que transita entre o literário e o jornalismo, que surgiu em fins do século XVIII, embora há quem considere a própria Carta de Achamento do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, como um exemplo de crônica.

Machado de Assis é um de seus maiores expoentes, cujas crônicas, ainda hoje, refletem muito do nosso cotidiano, não como cenário, mas, como comportamento urbano. Neste excerto da crônica: O ofício do cronista, ele dá as dicas necessárias para quem pretende se aventurar.

(...) Que ele há de levar umas férias para nós outros, beneditinos da história mínima e cavouqueiros da expressão oportuna. Vivemos seis dias a espreitar os sucessos da rua, a ouvir e palpar o sentimento da cidade, para os denunciar, aplaudir ou patear, conforme o nosso humor ou a nossa opinião, e quando nos sentarmos a escrever estas folhas volantes, não o fazemos sem a certeza (ou a esperança!) de que há muitos olhos em cima de nós. Cumpre ter idéias, em primeiro lugar; em segundo lugar expô-las com acerto; vesti-las, ordená-las, e apresentá-las à expectação pública. A observação há de ser exata, a facécia pertinente e leve; uns tons mais carrancudos, de longe em longe, uma mistura de Geronte e de Scapin, um guisado de moral doméstica e solturas da Rua do Ouvidor.

Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994

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Se depois de ler este artigo você ainda quiser ser escritor... Boa sorte!

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A revista The Economist publicou recentemente um artigo sobre a vida real dos escritores atuais, suas necessidades de adaptação aos novos tempos do mercado e das Redes Sociais & Cia e a perda definitiva daquela aura do passado que hoje só existe nos romances.

Se depois de ler o dito cujo e ainda quiser ser um escritor... Você deve ter sido feito para o métier, mesmo!

Dê uma olhada, aqui.

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sexta-feira

Escrever à máquina não era tão ruim como é com o teclado

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Pelo visto escrever à máquina não fazia tanto mal assim ao processo criativo no passado, como aqueles provocados hoje pelos teclados. Pelo menos é o que afirmam estudos recentes.

Talvez o excesso de recursos ou a velocidade implícita que traz, turbinada pela tela do PC que pode entrar numa de acelerar as ‘coisas... ’, mas o fato é que dentre os maiores escritores e obras primas da literatura universal muitas delas saírem do simples teclados de uma máquina ‘rudimentar’.
Confira: 
 - Escrever à mão é melhor do que digitar, o seu cérebro agradece 
 - Caneta ou a extensão da mão de todo escrevinhador. Conheça sua História
Apesar de já usar o teclado há muitos anos e de ter escrevinhado um sem numero de textos, ainda hoje apanho do teclado. Tenho o hábito de imprimir uma velocidade, ‘das ideias’, que não condiz com minha habilidade o que me leva a amontoar as palavras, quando não raro eu chego a perder trechos por não conseguir decodificar algo legível ou racional no amontoado de letras que fica no final.

Com certeza não devo ser o único e o que acontece é que nossos textos podem acabar perdendo.

Logo, hoje a recomendação é que se escreva à mão. Veja aqui. É isso, lápis/caneta e papel. Papel, o convencional. Conforme afirmam, só se tem a ganhar em qualidade do texto, já que o recurso potencializa o processo criativo e a sua qualidade final.

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quinta-feira

A rotina e o processo criativo

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É isso, jeito cada um tem o seu, mas um ponto todos parecem ter em comum, a rotina. É a rotina, e ao que tudo indica ela tem algo a ver com o processo criativo. A ‘dinâmica’ do cérebro explica.
Veja a ‘rotina’ de outros escritores: 
   - Grandes escritores ‘usavam’ a rotina como um grande recurso produtivo/criativo 
    - Jeitos e trejeitos de escrevinhadores. Quais são os seus?
Se é um escritor ou escrevinhador – como gosto de me referir a mim mesmo em meu métier na área – já deve ter a sua, não é verdade?

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Caneta ou a extensão da mão de todo escrevinhador. Conheça sua História

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Para você, sobretudo o escrevinhador, que tem a caneta quase como uma extensão da mão, senão da cabeça, vai gostar de conferir a sua historia.

Já está provado, que a pós-modernidade do teclado não chega nem nos pés desta aí e seu parceiro, o papel, no que se refere à criatividade, por exemplo, na hora de escrevinhar.

Veja mais aqui, em Petrobrás.

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sábado

Hábitos típicos de quem escreve, ou pretende, escrever bem

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Especialistas consultados deram algumas dicas para aqueles escrevinhadores, sobretudo para os candidatos. 

Quem é do métier sabe muito sobre as agruras usuais enfrentadas na construção de um bom texto, o que não implica, apenas, que sejam textos literalmente literários, digamos assim, mas, até mesmo um simples e-mail, redação de trabalhos acadêmicos, em suma, textos. Textos onde se busca, no mínimo, ser ‘bem lido’, ou bem compreendido.

Como a própria palavras ‘texto’ vem do latim “textum”, que significa entrelaçamento, como os fios de um tecido, o exercício do escrevinhador é exatamente este, tecer, entrelaçar...

Logo, na construção do texto, a qualidade essencial no processo é a persistência, já que a qualidade e fluência na comunicação escrita é uma questão de tempo, paciência e treino.

Veja também:




Veja:

(...)

“Para ter uma boa redação, você precisa amar a sua língua, prestar atenção à letra das músicas, ter interesse pelas artes e pela cultura de forma geral”, explica ele.
Veja a seguir alguns hábitos típicos dos profissionais que apresentam um excelente desempenho em redação, segundo os especialistas ouvidos por EXAME.com:

1. Têm apego pelos livros

Bons escritores são grandes leitores. Mas eles não fazem isso apenas para cumprir uma obrigação: além de sentirem prazer com os livros, eles soltam sua imaginação, fazem associações mentais e formulam suas próprias interpretações sobre o texto. Quem escreve bem também costuma ser bastante seletivo com seu “cardápio” de leituras, dando preferência a autores de grande envergadura, diz o professor Arrais.

2. Mostram interesse pelas próprias dúvidas

Você pensa que as pessoas com bom texto têm uma gramática e um dicionário gravados na cabeça? Nem de longe. De acordo com a professora Rosângela, o diferencial dos bons redatores é a atenção dispensada aos seus próprios erros e confusões. “Em vez de ignorar suas dúvidas, eles procuram saná-las, o que vai aumentando cada vez mais o seu repertório”, explica.

3. Planejam o que escrevem

A palavra “texto” vem do latim “textum”, que significa “tecido” ou “entrelaçamento”. À maneira de um bordado, a redação não sairá boa se a sua estrutura não for previamente esboçada – ao menos mentalmente. “Quem escreve bem costuma fazer um rápido plano do seu texto”, diz Rosângela. “Em um primeiro momento pode parecer perda de tempo, mas isso evitará devaneios e confusões no meio da escrita”.

4. Releem o próprio texto

Outro hábito valioso é a análise paciente e atenta do que foi redigido. Colocar-se no lugar do leitor, imaginando suas dúvidas e sentimentos diante do texto, é o princípio condutor de uma boa revisão. Segundo Arrais, essa prática permite encontrar inconsistências, evitar repetições e melhorar de forma geral a experiência de leitura.

5. Buscam a simplicidade máxima


Muitas pessoas acreditam no mito de que escrever bem é escrever “difícil”: quanto mais expressões rebuscadas, palavras raras e estruturas complexas houver, maior a respeitabilidade do autor. Grande engano. No contexto do trabalho, a qualidade de um texto está no seu poder comunicativo, isto é, na sua capacidade de expressar uma ideia de forma acessível a qualquer leitor. “Quem escreve bem está sempre tentando tornar suas frases mais fáceis e diretas”, diz Rosângela. 

Como pode ver, é só colocar a mão na massa.

Extraído de “texto” de Claudia Gasparini, em EXAME.

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segunda-feira

E aí...


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sábado

A qualidade Nº1 dos escritores de sucesso. Pode crer!!!

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É isso! Pode crer! Com este roteirinho, entre aspas, fica bem mais fácil se enveredar – de vereda (conforme dicionário, caminho alternativo, apertado, atalho...) – para ser um escrevinhador de realce, de sucesso, como se diz.

‘Olhando assim... ’ Parece que tem tudo a ver...

Confira: 

Todo roteirista ou romancista bem sucedido que eu conheço possui uma qualidade marcante: a tenacidade.

A diferença entre escritores que trabalham e os diletantes não é o talento, ou a idade, ou o gênero sexual, ou a geografia, ou as conexões, ou a indústria, ou a economia, ou as manchas solares, ou qualquer outra coisa que os escritores dizem a si mesmos pra evitar enfrentar esta verdade: escritores escrevem.

Todo roteirista ou romancista bem sucedido que eu conheço possui uma qualidade marcante: a tenacidade.

Eles escrevem todos os dias, eles começam seu livro ou roteiro atual logo que terminam o último, eles pensam em termos de carreira e não de uma única venda, e eles olham a si mesmos pra cada história não vendida como um passo necessário para melhorar seu ofício.
 - As características que estão por trás dessa qualidade essencial, incluem (em nenhuma ordem particular). 
 - Permanecer aberto a ideias e críticas, enquanto defende os componentes essenciais de sua história e personagens. 
 - Ler muitos roteiros de sucesso  recentes (para roteiristas) ou romances (para romancistas), e ver um monte de filmes (para ambos). 
 - Considerar o potencial comercial de um conceito de história, e não apenas o seu apelo pessoal. 
- Manter cada uma de suas histórias simples – fáceis de expressar em uma única frase, e aderir a uma história narrativa única e forte, definida pelo desejo irresistível do personagem principal – sem um monte de personagens irrelevantes ou elementos de enredo tangenciais. 
- Empregar conflito para provocar emoção, e tornar quase impossível para os heróis de suas histórias serem bem-sucedidos. 
 - Manter o seu estilo de escrita vivaz, mas simples o suficiente para garantir uma leitura rápida, fácil e agradável. 
 - Certificar-se de que tudo é profissional: formato, ortografia, a gramática; a pontuação – e o seu próprio comportamento.
Artigo do autor, palestrante e consultor de roteiros Michael Hauge, e tirado do site dele, Story Mastery.

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terça-feira

O que é, mesmo, uma resenha?

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Veja definições segundo o guia para a elaboração de trabalhos escritos - UFRGS

Tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite comentários e opiniões, inclui julgamento de valor, comparação com outras obras da mesma área e avaliação da relevância da obra em relação às outras do mesmo gênero, por isso normalmente a resenha é uma tarefa para especialistas no assunto, como professores de determinada área.

Segundo Andrade (1997), resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto, ou de suas partes constitutivas; é um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição, narração e dissertação.

Estruturalmente, descreve as propriedades da obra (descrição física da obra), relata as credenciais do autor, resume a obra, apresenta suas conclusões e metodologia empregada.
Estrutura
A resenha deve ser escrita em terceira pessoa, implicando em certa neutralidade, o que é limitado, porque na seleção e organização do texto já ocorre intenção de quem escreve.
Elementos de Identificação
Uma resenha deve conter os seguintes elementos:
 - Autor; 
 - Título; 
 - Local da Publicação; 
 - Editora; 
 - Data; 
 - Edição; 
 - Tamanho; 
 - Autoria; 
 - Resumo; 
 - Tipo de Livro; 
 - Bibliografia; 
 - Apreciação.
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quarta-feira

Concurso internacional de Redação de Cartas. É, de cartas!

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Como pode ver no anúncio, o tema é bem sugestivo e temas/problemas para inspirá-la (o) não vai faltar.

O prazo para entrega não é longo, logo, é bom começar a elaborar a sua, carta, digo, sugestão de solução de um problema mundial grave.

Vejamos o tema: “Imagine que você é um assessor do novo secretário-geral da ONU, António Guterres. Qual é o problema mundial que você o ajudaria a resolver em primeiro lugar e de que forma você o aconselharia para isso?”.

A mídia está cheia de ‘temas’ o lance agora é com você e sua criatividade.

Só pra lembrar. O limite de idade para participação é de estudantes com até 15 anos, logo, se não é o seu caso, pode passar pra frente, tipo irmãos, filhos, colegas, conhecidos, parentes e aderentes.

Se é professor então!

Entrega nos Correios, é claro! Co-autor e promotor do evento.

Veja aqui, ONUBr, os detalhes da promoção.

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sexta-feira

Revista PERSEU abre chamada pública para sua edição de número 14

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Se você é um escrevinhador, ops! Escritor, ou simplesmente gosta de escrever e quer ver uma produção sua em uma revista de renome, de peso, está aberta a chamada pública para publicação em seu novo número.

É a revista “PERSEU”: História, Memória e Política, editada pelo Centro Sergio Buarque de Holanda de Documentação e História Política (CSBH), da fundação Perseu Abramo (FPA).

Você pode contribuir com artigos ou resenhas dentro do tema da nova edição: “Revolução e Cultura”.

O prazo para entrega vai até 24 de abril de 2017.

O endereço para o envio das contribuições é revistaperseu@fpabramo.org.br.

Para mais informações sobre as condições da chamada pública, clique aqui e acesse a íntegra do edital.

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